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A luz da lua brilhava no céu escuro. Todas as casas estavam com as suas luzes apagadas e um silêncio dominava o local. Uma figura encapuzada, em cima de uma casa aleatória, estava inquieta naquela fria e silenciosa noite.

A misteriosa figura encapuzada de repente se levantou e levou sua mão até a cintura, com o intuito de pegar algo. Por conta do escuro, não era possível ver muita coisa, a única iluminação, com exceção da luz da lua, eram os postes.

A encapuzada tirou uma espada que estava guardada em sua bainha. O objeto que guardava a arma estava presa em sua cintura, e a lâmina refletia a luz da lua. Repentinamente, a figura pulou de onde permanecia. Pular de uma altura dessas poderia certamente machucá-la, então aquilo seria um ato perigoso e burro.

De repente, apareceram asas nas costas da encapuzada. Essa pessoa começou a sobrevoar o céu escuro. Balançando a sua espada, ela voou em direção à uma casa, aparentemente um lar sem nada de especial.

Ponderando mais atentamente ao local, era possível ver que outra figura estava no lugar, Uma criatura que peluda, uma espécie de monstro. Escusado dizer que a encapuzada estivera indo em direção daquele ser.

A pessoa sobrevoou em direção à criatura peluda e, em seguida a chutou. O monstro caiu e rolou até chegar sob a luz de um poste. Sua aparência era visível agora: um ser peludo e esquelético. Com garras invés de unhas, dentes afiados, nariz achatado, pernas equivalentes a de uma cabra e olhos vermelhos.

O chute foi algo seriamente violento. A criatura ainda estava atordoada com o golpe que levou. De repente, o monstro sentiu uma ponta afiada na base do seu pescoço. Olhando atentamente, era a lâmina da pessoa encapuzada que o atacou anteriormente.

— Espera, você…?! — a criatura disse enquanto se desesperava aos poucos.

A garota olhou para cima, suspirou e, depois, novamente para a criatura. De forma abrupta, algo brilhante, dourado e achatado pairou sobre a sua cabeça.

— V-você é um…

Sem nenhum traço de remorso, pelo menos não nítido, a garota brandiu a sua espada e a levou ferozmente até o pescoço do monstro. Um grande líquido gosmento e escarlate formou-se pelo chão. O que sobrou do grande e grosso pescoço da criatura estava espirrando sangue. Sua cabeça rolou pelo chão. Era possível ver os tendões do que sobrou do seu pescoço. Foi realmente uma cena grotesca. A garota foi até a cabeça e a pegou. Olhando no fundo dos olhos mortos, ela murmurou:

— …Menos uma besta demoníaca.

Olá, eu sou o Master!

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