Prólogo

Através do Tempo

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A evolução do conhecimento humano ultrapassou as expectativas de muitas pessoas, podendo alcançar algo que era improvável de ser obtido. Décadas de avanços em suas tecnologias, fez com que os humanos se tornassem gananciosos. Para o seu próprio desenvolvimento, eles nem mesmo tiveram medo de quebrar um código proibido, a lei temporal.

Em 2027, um cientista descobriu uma fórmula para a viagem no tempo através de uma matéria-prima encontrada em um meteorito que caiu na Rússia. Houve guerras e protestos gerados em prol do não desenvolvimento da máquina, mas as pessoas não foram ouvidas.

Três anos depois, milhares de materiais semelhantes foram descobertos na Antártida, abaixo de 12. 533 km2 do subsolo congelado, a maior profundidade alcançada pela humanidade. Inúmeros materiais foram levados para desenvolver novas maquinas, e em 2037 viajem temporal se tornou algo completamente normal.

Para reger uma conduta de aprendizado na viagem temporal, uma escola foi formada no centro do oceano atlântico. As crianças, seriam induzidas a estudarem os locais históricos e seus respectivos anos. Ao completarem os estudos, seriam pedidos para escolherem um ano e uma época para viajarem. Depois de sua escolha, toda vez que viajassem para a época escolhida, eles seguiriam uma linha contínua desse tempo, mas não podiam realizar mudanças drásticas que poderiam afetar o futuro drasticamente.

As máquinas logo se tornaram mais modernas, então, em 2057 elas viraram algo portátil, no formato de um anel.

Não satisfeitos, no ano de 2076 conseguiram criar uma fórmula que permitia o ser humano a desenvolver habilidades especiais, mas não houve muitos sucessos pelo longo caminho, resultando na morte de várias pessoas e crianças.

— Ele está pronto? — Um velho vestindo um jaleco branco, se pronunciou.

— Creio que ainda seja cedo — disse uma mulher.

Os dois olharam para algo parecido com um recipiente de vidro, onde uma criança recém-nascida se encontra dentro dele, com uma pequena máscara de oxigênio em sua boca.

Os dois cientistas estão em um laboratório, ambos possuem o olhar cansado e uma pele pálida. Estão cansados, exaustos. O velho estava mais tenso, seja o que fosse estar planejando realizar com a criança, ele precisava obter sucesso, é o que sua aparência desajeitada e tortuosa transmitia.

— A cobaia 214 é nossa última oportunidade de resolver esta situação — falou o velho com a voz trêmula — Ele precisa aguentar a matéria em prol da evolução humana.

Mexendo em um dos vários computadores presentes, a mulher apertou uma tecla, fazendo com que um fluido azulado passasse por um tubo fino conectado a criança. Diante tal ação, os batimentos cardíacos da criança aumentaram drasticamente.

[Perigo!]

Uma mensagem apareceu para eles.

[Risco encontrado. Não recomendado]

— Doutor?! — falou a mulher hesitando.

— Não tenha medo! Dará tudo certo — disse o velho cauteloso.

[Falha! Cobaia morta]

— Droga! — gritou o velho batendo com seu punho em uma mesa — O General Strong não gostará nada dessa notícia.

O velho então falou para a mulher descartar o bebê em algum lugar impossível de se encontrar.

— Aonde posso encontrar um lugar assim?

Ele apenas levantou uma das mãos e ela já entendeu de imediato o que ele queria dizer. Retirando a criança, ela efetuou um pequeno corte em sua nuca.

— Acredito que nos distanciamos demais de Deus… Como pude fazer algo assim — disse chorando de arrependimento — Me perdoe, mas é necessário.

Com essas palavras, a criança desapareceu diante dela.

 

Aviso do Autor:

Kinfh Mey

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