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Imagine só alguém ganhar na mega sena, então é a mesma probabilidade de ter dois artefatos no mesmo corpo.

Então, a pessoa que tiver um artefato parasita, precisa ter extrema cautela para não sofrer o mesmo destino que Drake.

“A habilidade de >criar mortos-vivos< teve uma atualização e ganhei mais três habilidades”, pensou ele.

 Rapidamente pediu todas as informações e Marc falou tudo.

— A habilidade de >criar mortos-vivos< foi atualizada de três criações por dia; o portador da morte pode criar seis.

— Novas habilidades foram reconhecidas, mas seu poder perdeu cinquenta por cento da força total.

— Essas habilidades foram >bolas de ácido<, >contaminação ácida< e >manipulação de ácido<.

Sempre que dois artefatos parasitas se manifestam, o primeiro é favorecido. É como um acordo: ele recebe metade em troca de permitir que o segundo artefato permaneça no corpo do usuário.

— Detalhes sobre as três habilidades, disse Drake.

>bola de ácido<: O USUÁRIO PODE LANÇAR VÁRIAS BOLAS DE ÁCIDO NO OPONENTE, QUANTO MAIS LONGE ELE ESTIVER, MAS O EFEITO DE CORROSÃO PERDE FORÇA.

>contaminação ácida<: COM ESSA HABILIDADE, O USUÁRIO PODE INFECTAR ÁGUA, PLANTAÇÕES E COMIDAS; A HABILIDADE CONTINUARÁ COM O MESMO EFEITO MESMO QUE PASSEM MESES.

>manipulação de ácido<: O USUÁRIO PODE MOLDAR SEIS LITROS DE ÁCIDO COMO DESEJAR.

Coçando o queixo, ele disse — vamos testar na floresta.

Testar habilidades perto da vila era arriscado. Ainda mais habilidades com efeitos corrosivos.

— Não quero ver ninguém correndo enquanto seu braço está derretendo, pensou ele, entrando na vila novamente.

Em poucos segundos de caminhada ele viu Beatrice conversando com todos os escravos e se dirigiu até lá.

Quando ficou a uns cinco metros de distância, todos focaram seus olhares nele com um certo medo. 

— Não liguem para mim, eu já estou de saída; só vim roubar a líder um pouco, disse Drake.

Beatrice olhou para ele e disse — tudo bem, daqui a pouco volto, podem continuar seus afazeres.

Eles caminharam em silêncio até chegarem à mesa de reunião.

Mas a atmosfera ficou pesada e ele entendia o motivo; por isso não disse nada. Ele não queria inventar uma desculpa, até porque ela confiou nele desde o primeiro dia.

Até a líder olhou para ele e disse — você tem seus motivos para ter feito isso aqui. Você deu a um homem a paz de encontrar sua família novamente; só por isso, eu sei que você não é um ‘cara’ mau. Então, tudo bem, eu te entendo.

Com um sorriso que parecia mais com o de um demônio, ele disse — relaxe, sem mentiras, eu prometo. Aliás, está acontecendo uma guerra nesse exato momento na floresta por minha causa.

Beatrice suspirou fundo e disse — você já está causando problemas há menos de dois meses aqui.

— Fique tranquila, vou para lá resolver isso agora. Bo… Drake foi interrompido por um grito que vinha da casa de Beatrice.

Inicialmente, ele e Beatrice ficaram surpresos, mas depois entenderam o que estava acontecendo.

A porta foi aberta violentamente, revelando Isabella chorando. Drake levantou e caminhou em direção a ela.

Distraída, a menina esbarrou nele e caiu no chão, chorando descontrolada.

Ela entreabriu os olhos e viu que era Drake. Ele exibia um sorriso tímido no rosto.

Isabella, de todas as formas, esforçava-se para falar, mas não conseguia; apenas soluços repetidos saíam de sua boca.

Drake a segurou pela cintura e a ergueu, dizendo — está tudo bem agora, você não precisa chorar.

Ela o abraçou com tanta intensidade que o fez sentir como se estivesse sendo sufocado.

Ele voltou até a líder, que já estava de pé, e disse — preciso de uma espada encantada.

Todos os bens que ele trouxe do reino agora estavam na casa da líder, exceto o ouro que estava guardado perto do Barracão de ferramentas, sob a proteção de dois liches.

— Espere um pouco, disse Beatrice indo buscar uma das espadas.

Drake estava ciente das habilidades que ela possuía, mas não as considerou muito importantes; afinal, ele já possuía seis habilidades de dois artefatos de níveis arcanos ferro-negro.

Rapidamente, ela voltou e entregou a espada para ele.

— Bom, isso é tudo, agora vou indo, disse Drake, colocando Isabella no chão.

— Tenho uma coisa para fazer, apenas espere por mim, disse ele, coçando a cabeça de Isabella.

Assim que saiu da vila, ele se deparou com uma horda de liches.

Quando estava com Isabella nos braços, ele ordenou que todos os liches que estavam ociosos se reunissem no portão principal.

Essa visão já era normal aos olhos de todos da vila.

Com isso, o batalhão da morte caminhou atrás dele sem perder o ritmo.

Pouco tempo depois, Drake já estava na floresta e ordenou que o lich se juntasse a ele.

— Me leve até o líder daqueles monstros, ordenou Drake.

O batalhão da morte marchou novamente, com seus passos pesados e ameaçadores que faziam a terra ao redor deles tremer.

Goblletooth não aguentou e gargalhou alto: — hahahaha! Cadáver usando roupa feia.

Percebendo sua moral desmoronando como um castelo de areia, Drake respondeu a esse insulto.

— Você está vivo, não sei o porquê.

No entanto, até ele achava esse manto horrivelmente feio.

Goblletooth não ligou para isso e continuou gargalhando.

Ele só parou quando entrou no território dos Zinogarf.

Os Zinogarf, quando viram os quarenta e um seres misteriosos usando sobretudo, rapidamente correram para a tribo.

Todos se acovardaram em suas tendas, com os rabos entre as pernas.

Após um breve momento, o líder e os dois anciãos saíram para investigar o que havia acontecido.

Eles viram o batalhão da morte comandado por um ser que usava um manto com capuz.

— Ele pode acabar com os goblins sozinho, então por que quer formar uma aliança? Murmurou o segundo ancião.

O líder e o primeiro ancião ficaram sem reação, mas logo voltaram para o mundo real.

— Vamos, disse o líder.

Mesmo sabendo que não teriam sucesso, eles não podiam mostrar fraqueza diante dos inimigos.

Após ficarem a dez metros de distância do batalhão da morte, o segundo ancião fez uma pergunta.

— Por que você está entrando em uma batalha que não é sua?

— Bom, eu que comecei e planejo dar um fim, com ou sem a ajuda de vocês, disse o portador da morte.

— Isso é tolice, você acha que consegue matar todos aqueles goblins? Perguntou o primeiro ancião.

— Vocês não foram atacados por nenhum humano, certo? Perguntou Drake.

Os três ficaram confusos devido a essa pergunta, mas logo o segundo ancião respondeu.

— Não, não fomos atacados, mas o que isso tem a ver?

— Acabei com um reino humano inteiro, você acha que meros monstros podem me vencer? Vocês só servem para morrer, Disse Drake com um tom perturbadoramente sinistro, era como se a cada nova batalha ele perdesse sua racionalidade cada vez mais.

Assim que terminou, uma chuva de bolas de fogos azuis foram disparadas contra toda a tribo.

— Vai, ordenou ele para Goblletooth, que rapidamente partiu para contra os três.

A tribo foi arrasada por inteiro, não sobrou rastro, apenas um buraco no chão. Uma nuvem de fumaça e poeira rapidamente se espalhou por toda a parte.

— Número dois, vá e mate todos os goblins; os que se renderem, deixem vivos e esperem por mim.

Goblletooth rapidamente encurtou a distância e desferiu um no segundo ancião. Que defendeu usando sua cauda longa.

O orc era uma presa contra esses três monstros.

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Olá, eu sou o Erick. Ks!

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