Capítulo 1

Os Leviatãs

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— Para onde você vai?

Olhei para o horizonte enquanto lembrava de meu pai, bom, não o meu pai de sangue, mas aquele que agarrou firmemente a minha mão e me sustentou durante muitos anos, um verdadeiro pai.

Meus irmãos e eu tínhamos o cremado e lançado suas cinzas ao vento, sendo tudo foi levado pelo mar no final. Esperávamos que nosso pai encontrasse um bom lugar para descansar na morte. E em pouco tempo eu também seria levado pelo mar para lugares desconhecidos.

— Encontrei um capitão chamado Jack, parece ser o líder de uma tripulação de mercadores ou algo parecido.

Ember levantou os músculos e perguntou com um olhar prepotente: — Eles são fortes? 

— Não sei, mas suponho que Jack seja um guerreiro com boas habilidades.

 — Você ainda vai para os outros Continentes… Encontrar sua origem depois de tantos anos — Ember pareceu ficar decepcionada com a própria pergunta e parou de sorrir.

Abaixei a cabeça e suspirei pesadamente, Ember colocou a mão em meu ombro e me consolou: — Não fique assim, o pai lhe daria uma surra se visse você tão confuso, Thomaz. Nós sabemos que nenhum de nós pertence a este lugar, não temos casa ou origem. Mas você é diferente, pai acreditava que você iria conseguir descobrir como veio parar tão longe de sua terra.

Todos sabiam que eu não era do Continente Despedaçado, meus traços raros diziam que minha origem vinha de um lugar que só aqueles Nobres Continentais da Alta Cúpula podiam ir. 

— Mesmo com a minha vontade de saber o que aconteceu naquela noite, não posso dizer que não penso em desistir, não por falta de determinação ou medo, mas por não ter certeza se isso vai fazer algum sentido.

— O pai sempre dizia que essa ilha não era o nosso lugar. De todos, você é aquele que manteve essa crença sempre firme.

— E se não tiver nada no momento em que eu chegar lá?

— Você sabe que não vai ter nada na hora em que chegar lá, Thomaz, você desapareceu por anos e caiu no Oceano. É certo que pensem que você morreu.

— É o que eles pensam! 

— Exatamente, meu irmão.

— E você? Seu lugar também não é aqui, para onde você está indo? E Akira nem deixou uma carta, devemos dar uma lição nele, assim que o encontrarmos da próxima vez.

Ember levantou e ergueu os braços, olhando para o horizonte com um largo sorriso de antecipação e ansiedade: — Eu não faço ideia do que Akira está fazendo, ele melhorou suas saídas noturnas, não vimos nem sua sombra essa noite! Mas ele não conseguiria se despedir de nós por não sei quanto tempo. Contudo, eu vou procurar me tornar mais forte, Thomaz, um dia serei tão forte quanto nosso pai e conhecerei todos os mistérios desse mundo!

Ember disse isso enquanto olhava para o horizonte com um verdadeiro desejo imparável, eu tive que sorrir e apreciar essa bela vista, mas seria muito mais marcante se Ember não fosse quase careca.

Eu sorri e levantei com um pulo do chão: — Então penso que essa também será a minha verdadeira busca, minha irmã! Não vou ficar atrás de vocês dois, lembre-se disso, diga isso para Akira quando você o encontrar!

— Até logo! Irmão.

— Até logo!

Puxei minha mochila que estava no chão e fui embora, não olhei para trás, pois dali para frente, cada um seguiria seu próprio caminho.

Fui andando pela estrada até chegar nas periferias do porto da grande lua. Era um lugar enorme com uma área de quinhentos metros e fazia da esquerda para a direita um formato de meia lua. De um lado tínhamos a área que coberta por terra prensada dava base para os diversos prédios, que com exceção das unidades de polícia-militar e da câmara de mercenários, todos os outros estampavam o nome da companhia de comércio das ilhas orientais em suas paredes, até mesmo as estalagens e puteiros, tamanho era o poder do comércio das ilhas orientais.

Do outro lado tínhamos o cais, uma grande plataforma sustentada por grossos pilares de madeira, onde os diversos navios podiam atracar. Mas nem todos tinham essa chance, ainda nas águas do lado direito podia ser ver os diversos navios esperando uma chance para atracar no cais, o próprio governo da ilha tomou essa decisão para que não houvesse acidentes, com o lado esquerdo servindo de saída para os navios.

Caminhei pelo cais e mesmo sobre a luz do dia se via as crianças pedindo esmolas para os marinheiros que apostavam em lutas na beira do cais, eu mesmo participei desses círculos de luta. Ainda tinha os soldados que não se intimidavam ao receber propinas descaradamente dos barqueiros que exigiam serem os próximos a atracar, com os becos servindo para as putas atrair seus clientes ao fazer gestos sugestivos. O porto não parava.

Fui por uma das pontes de madeira à procura do navio de Jack, em meio a vários barcos e marinheiros, procurei pelo capitão Jack e sua tripulação.

 Quando finalmente encontrei o navio de Jack, o avistei logo em frente, parecia que ele já estava ali me esperando faz algum tempo e assim que me viu deu um leve sorriso. E este homem era diferente dos outros guerreiros que se orgulhavam da pouca habilidade que tinham, acreditando que só com os punhos sobreviveriam mais um dia nas águas. Jack não tinha mais ou menos habilidades, o que ele tinha era mentalidade correta para sobreviver e crescer.

Mas Jack aparentava ser um guerreiro típico, ele tinha um corpo musculoso, usava roupas de couro, carregava uma espada em sua cintura e uma adaga na região de suas costelas esquerda. A maior característica de Jack foram suas grossas sobrancelhas em seu rosto quadrado. E até onde podia se ver, todos os marinheiros tinham o cabelo curto, e Akira fora o único com os olhos esmeraldas que eu encontrei.

Quando me aproximei do Sparrow, dei uma boa olhada em seu casco, era marcado pelo marrom claro com linhas pretas em sua parte superior, logo abaixo o cinza claro cobria todo o resto; as cores de um pardal.

O navio não era grande, no entanto, sendo um navio médio, possuía apenas dois mastros com duas velas cada um. E na vela mais alta existia um pardal como o emblema da tripulação.

— Você está pronto fedelho?!

— Mais do que nunca, capitão Jack.

— Hahahaha, então seja bem vindo ao navio Sparrow. Vamos subindo. 

Enquanto Jack estava subindo, eu parei de sorrir e olhei para trás, o lugar onde cresci e vivi durante os últimos dez anos. Nessa Ilha, durante o dia e a noite, tinha pessoas de todos os cantos do norte chegando e saindo em seus navios, haviam homens, mulheres, crianças e idosos trabalhando de todas as formas a qual poderia se imaginar, o porto não parava.

Adeus Cidade das Luzes, adeus meus irmãos e meu pai…” [1]Pensamentos serão descritos entre Aspas e itálicoSubi o convés com uma expressão calma, na hora em que cheguei, Jack conversava seriamente com uma mulher. Tinha ela cabelos negros que iam até a região de sua nuca, um rosto simples e, estampado nele, olhos puxados, como o de todos no continente despedaçado, mas com uma distinta profundidade.

Assim que Jack me viu subindo ele acenou para que eu me aproximasse, no momento em que cheguei perto ele me pegou pelo braço e trouxe-me para perto deles: — Venha Thomaz, deixe-me lhe apresentar. Esta aqui é Hela, nossa primeira imediata, olha que eu posso ser o capitão do navio, mas quem comanda o navio é ela.

— Cale a sua boca! — Hela então se virou para mim e me avaliou de cima a baixo, saindo andando depois. Jack sorriu e gargalhou: — Ela gostou de você garoto. Boa sorte. Hihihihihi.

— Capitão! Precisamos conversar! 

Jack se virou quando ouvimos o chamado que veio de cima: — Vá conhecer os outros membros do bando Thomaz, preciso ir — Olhei para cima e vi um jovem homem, um pouco mais velho que eu. Ele usava roupas roxas que eram grossas e bastante extravagantes, seu cabelo era longo e preto. Não possuía o físico de um grande guerreiro, mas aparentava ser adepto às técnicas de luta e combate. E os seus olhos mostravam uma forte confiança, como se estivesse pronto para enfrentar o mundo.

— E aí amigo, quem é você?! — Quando menos esperei, recebi um tapa nas costas, foi um homem alto e careca que me bateu. Me virei e respondi secamente: — Thomaz! E você é?

— Tim, sou o médico da tripulação. 

“Ele é médico?!” Fiquei um pouco surpreso com a notícia, mas meu pai sempre dizia para nunca avaliar alguém precipitadamente. Agora que eu estava sozinho, precisava usar tudo que tinha aprendido.

Tirei meu tempo para avaliar Tim mais detalhadamente, ele realmente não parecia um lutador, apesar de ter um físico alto e corpulento, não carregava nenhuma arma e suas roupas eram pretas com diversos bolsos, carregava ainda um cinto com várias bolsinhas. “Realmente, ele é um médico, eu acho.”

— Quantos fazem parte da tripulação?

Tim parou de sorrir e disse seriamente: — Com você? Somos quatro. O Ferreiro Paty, o Cozinheiro John, eu e você agora. Contando com o capitão e Hela, ficamos em 6. 

Apenas 6?! Não é preciso muito mais para comandar um navio?” — E aqueles lá em cima, servem de enfeites?!

— Hahaha, vejo que tem senso de humor. Pois bem, eles não são enfeites, mas tecnicamente não são parte da tripulação. São nossos clientes, mas não sabemos quem é, e sejam quem for, pagaram muito bem para cessar nossas curiosidades.  Contudo, fora o jovem, os outros vão ajudar no navio.

— Como vocês guiavam esse navio apenas com 5?

Tim estufou o peito como se estivesse prestes a falar de uma grande realização: — Tudo é graças a Hela, ela é uma meteorologista e navegadora. E se o seu navio tiver ambos, a tripulação pode ser consideravelmente reduzida. Mas esse não é o único segredo, todos na tripulação precisam ter uma profissão. Eu sou o médico, Paty é o nosso Ferreiro e Carpinteiro, John é um cozinheiro excelente, Jack é o lutador principal e você, agora, é o nosso lutador secundário. Mas saiba que todos no bando são guerreiros, por isso tenho grandes expectativas em você.

Tim disse isso e depois bagunçou o meu cabelo. “Você não parece ser mais forte que eu, careca.” 

— Venha, vou lhe apresentar ao John e ao Paty. — Descemos até o andar de baixo do navio, Tim bateu na parede e disse que ali era a cozinha.

Na hora em que entramos, avistamos os outros dois e eles pararam de comer naquele momento. Tim foi conversar com eles enquanto eu olhava a cozinha. E era muito melhor do que eu pensava, não tinha bagunça e tudo era organizado. A mesa ficava logo na entrada, o fogão a lenha junto a pia ficava no fundo do outro lado junto com várias panelas, pratos e canecas penduradas na parede.

— Então você é o Thomaz? Nosso novo guerreiro — Um dos homens me olhou de cima a baixo, ele não era alto, podia até ser considerado um baixinho, usava uma roupa simples e tinha cabelos ruivos com um nariz gordinho e sobrancelhas finas. 

— Thomaz, esse baixinho aqui é o nosso cozinheiro, John. E esse aqui é o Paty.

— Baixinho é a sua avó! Careca maldito, e já podem se retirar da minha cozinha. Preciso lavar os pratos e preparar algo para o almoço.

Tim me levou para fora e Paty também saiu junto com nós dois. Paty era um Ferreiro típico, tinha músculos sobressalentes e era como Tim, careca, não tendo nem mesmo uma barba. Suas orelhas eram a única coisa que mereciam alguma atenção; eram grandes.

— Tu vai sofrer muito no início, ainda não partimos. Você ainda pode sair meu jovem.

Essas foram as primeiras palavras de Paty, e ele realmente parecia se comportar como aqueles velhos experientes:  — Sem problemas, Sr. Segundo Careca — Tim riu da piada, mas parou de sorrir, que foi quando eu comecei a sorrir. 

— Então eu sou o Primeiro Careca?! Bastardo, ousa brincar comigo tendo mal largado as tetas da tua mãe?! 

Tim me deu um soco na cabeça, Paty sorriu e saiu subindo as escadas para o Convés: — Termine de apresentar o navio para o novato e suba. 

Depois de conhecer Paty e John, Tim me mostrou os canhões de disparo, eram três canhões de cada lado. Seguidamente existia as camas, eram seis, com a última da direita sendo a minha.

— Vá deixar as suas coisas e me encontre lá em cima.

— Espere. Existem seis camas, o capitão dorme com a gente?

— Sim, a do capitão é essa primeira aqui, logo acima de nós existe a cabine dos clientes. Mas não é nada extravagante, você vai ver. A parte de baixo é onde colocamos munições e mantimentos. 

Seguidamente eu fui até a minha cama e coloquei minha mochila logo abaixo. Estava satisfeito com o lugar, existia até mesmo uma janela próxima a minha cama.

Depois voltei para o Convés, Hela estava esperando no timão e Jack também estava ao lado dela junto com o jovem e seus guardas. Uma coisa que notei de relance era que aquele jovem parecia nervoso, mas não soube se era mera impressão.

— Quando partimos? — Tim sorriu e acenou para Hela. 

Hela esbravejou — Levantar âncora e içar as velas!

Corri junto com Tim para levantar a âncora, Paty e John subiram os mastros, mesmo os guardas do jovem rico ajudaram nessa hora e em alguns minutos tudo estava pronto.

Naquele momento senti o vento viajando para longe e o Sol sendo refletido pelas águas, deixando a cidade das luzes cada vez mais distante de mim. “Hora de ficar mais forte e descobrir o que aconteceu com o meu verdadeiro pai.”

*****************************************************[2]Asteriscos indicaram uma passagem de tempo ou uma mudança de narrador

“Dia 8 do 1ª Mês de 1964 – Assim que terminamos de colocar o navio em sua rota, Tim me ensinou algumas coisas sobre navegação, como içar as velas e depois me mostrou brevemente como controlar o timão. Jack pareceu ficar muito melhor no momento em que entramos em alto mar. Logo depois, Tim me mostrou a enfermaria, seu local de trabalho, que ficava no convés. Me deu um conjunto de remédios e faixas para alguma situação crítica. Baixamos as velas ao anoitecer e Jack me disse a rotina da tripulação. Levantamos cedo, quando o Sol ainda está para nascer e temos café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Dava até para pensar que éramos ricos, filhos de algum magnata, com as quatro refeições por dia, mas não foi só isso. Jack ainda me deu luvas pretas, sapatos de couro e utensílios para minha própria higienização, algo que não acontecia em tempos antigos, mas o povo do mar em tempos atuais temia o terrível perigo das doenças; o monstro Invisível. Agora o nosso objetivo é chegar à 22ª Ilha, seguindo a rota de Hela, levaremos um mês para chegar.” [3]A escritura de um diário será descrita em Aspas, negrito e itálico

Quando terminei de escrever meu diário, o guardei debaixo de minha cama. Depois olhei para Paty, era ele quem dormia ao meu lado, todos os outros já estavam dormindo, com exceção dele eu acho.

— Vocês não apagam a lâmpada?

— O escuro atrapalha quando temos que levantar no meio da noite, vá se acostumando — Essa foi a resposta curta e breve de Paty.

O quê Paty não sabia era que ele e todos os outros ficariam assustados se vissem onde meu pai colocava a gente para dormir. Sorri inconscientemente, me lembrar daqueles tempos me fazia pensar o quão triste seria a minha vida sem eles.

— Não precisamos saber qual o objetivo de nossos clientes, nem de onde vieram ou para onde vão. Mas ele tem um nome?

Paty disse de forma irritada: — Vá dormir, fedelho! — E se virou para o outro lado.

Após isso eu também fui dormir, entretanto meu sono era leve. Acho que por isso acabei ouvindo um estranho ruído acima de nós. 

Virei para Paty e ele continuava dormindo e ainda roncava como um verdadeiro porco. Peguei uma de minhas adagas e coloquei meu corpo para fora da janela. O vento estava congelante de tão frio, ainda estava um verdadeiro breu do lado de fora.

Mas uma luz atravessava toda aquela escuridão, iluminando as águas, a luz vinha da janela acima de mim. Mais especificamente da cabine do Cliente!

 Observei a distância que tinha entre a minha janela e a de cima, percebi que não seria um problema, então não foi difícil escalar essa pequena distância até a janela.

Quando alcancei a janela, logo pude ver aquele jovem, que agora usava uma camisa branca simples com uma calça preta, ele mostrava confiança e resolução em seu rosto. Ele faria algo muito importante naquela noite. E seus guardas ainda estavam do seu lado, todos eles usavam roupas brancas desbotadas, deixando ainda mais visíveis seus fortes músculos, talvez fossem escravos de sangue.

O quarto era iluminado por velas e tinha um longo pano branco no chão, em cima do pano havia um círculo muito estranho desenhado. Tinha algo escrito em latim ao redor do círculo, pela má posição só pude ler uma parte. “Em meu nome, chamo aquele que, fazendo parte de mim…” 

Naquele momento os guardas começaram a conversar com seu chefe. Então era uma boa oportunidade para saber quem eles são. Afinal, eu mal podia confiar em Jack e sua tripulação, com certeza não estaria seguro confiando em estranhos com um segredo.

— Mestre Yuri, tem certeza que é esse o momento certo?

— Léo pode estar certo Mestre, talvez possamos esperar chegar ao domínio dos Sulistas?

Sulistas! Então ele está fugindo, mas do quê?”

— Infelizmente não tenho essa vantagem, consegui fugir por muito pouco do domínio da família, tive sorte que o plano terminou como o esperado. Mesmo assim não vou ter descanso, é provável que meus irmãos já estejam logo atrás de nós. 

— Vamos começar. 

Yuri retirou um baú negro de baixo de uma das camas e carregou para cima de uma mesinha, até mesmo acariciando o baú como se ali tivesse uma vida.

Yuri abriu o pequeno baú negro, pela aparência pude ver que era feito de chumbo. De dentro, tirou três pequenos pedaços de um material muito estranho e diferente de qualquer coisa que já tinha visto, era cinza e emitia uma fraca luz branca.

Yuri colocou os três pedaços no meio do círculo e recitou algo que acabei repetindo inconscientemente, era como se a mão do mundo estivesse guiando a minha mente a algo desconhecido. Uma sensação entorpecente veio em seguida, depois de alguns segundos perdi o controle de todo meu corpo. E tudo começou com aquelas palavras. ”Eu, pelo sangue vos chamo, aquele que buscando por poder, batalha em meio ao destino cruel manchado por sangue e guiado pelo fio da espada. O eu de outro mundo. E que ao fim deste contrato, sejamos o Leviatã pela alma e por toda a eternidade!”

Notas

Notas
1 Pensamentos serão descritos entre Aspas e itálico
2 Asteriscos indicaram uma passagem de tempo ou uma mudança de narrador
3 A escritura de um diário será descrita em Aspas, negrito e itálico

Aviso do Autor:

José Victor B.Martins

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