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My Dragon System – Volume 7: Mania de Lobisomem | Capítulo 355 – Partindo Novamente


>> Tradutor: Metal_Oppa / Revisor: Yokobataki <<


Depois de sua visita com Lenny, havia um último lugar que Ray tinha deixado para visitar, que era o quarto de Slyvia. Antes, enquanto caminhava pela Academia, Ray achava que era complicado conseguir se deslocar de um lado ao outro.

Vários dos guardas lhe perguntavam constantemente quem ele era e ele tinha que constantemente encontrar alguém de alta patente para permitir que ele passasse.

Mas o anúncio que havia sido feito tinha se espalhado e todos eles sabiam quem Ray era agora. Mesmo as pessoas simples da cidade e os novos moradores da cidade estavam começando a aprender mais sobre ele.

Os guardas constantemente se curvavam a ele enquanto ele passava.

“O rei está aqui para vê-la, Anciã.” – O guarda disse ao abrir um pouco, apenas um espaço o suficiente se sua voz passar para a sala pessoal de Slyvia.

Ao ouvir essa notícia ela ficou confusa, ela olhou para baixo e percebeu que já havia se vestido com um pijama há alguns minutos, já que tinha a intenção de dormir neste momento. Ela também tinha acabado de lavar o rosto, permitindo que toda a maquiagem desaparecesse.

“Impeça-o de entrar aqui! Rápido!” Slyvia gritou, mas era tarde demais, pois Ray já havia entrado pela porta.

“Este é um momento ruim? Você parece estar irritada com alguma coisa.” Ray disse enquanto olhava Slyvia de cima a baixo. No momento, ela estava vestindo uma blusa e uma calça rosa com coelhinhos brancos por toda parte.

“Posso sugerir que você tenha a imagem de algo mais ameaçador em suas roupas da próxima vez, isso deve ajudá-la a assustar seus inimigos enquanto você está dormindo. Um coelho só faria você parecer comida para seus predadores.”

Mais uma vez, Ray estava falando palavras aleatórias que eram estranhas, mas este era Ray, e Slyvia estava acostumada a isso agora.

“O que você está fazendo aqui tão tarde?” Ela perguntou.

Ray explicou como planejava partir com Jack em outra viagem na próxima manhã. Ouvindo isso, ela se sentiu esmagada por dentro, mas fez o possível para esconder.

Ray estava aqui há pouco tempo e já estaria partindo novamente. Ela esperava que seu trabalho árduo em tornar a cidade um lugar melhor fosse uma sensação acolhedora para ele. O suficiente para Ray querer ficar na cidade.

“Você parece um pouco preocupada.” –  disse Ray. “Se houver um ataque ou você precisar de mim em uma emergência, não hesite em me enviar uma mensagem. Você sabe que posso me teletransportar de volta a qualquer momento.”

“Obrigada por essas palavras, Ray, me sinto muito melhor agora.”

Depois de informar Slyvia, ele tinha feito tudo o que precisava e estava pronto para partir amanhã de manhã, mas antes de sair da sala, Ray tinha uma última coisa a dizer.

“Você fez um bom trabalho aqui Slyvia, espero que possa continuar fazendo isso quando eu voltar.”

Com essas palavras, um sentimento caloroso entrou no coração de Slyvia. Muitas pessoas na cidade e na Academia já haviam dito que ela tem feito um bom trabalho como uma Anciã, mas isso nunca significou nada para ela.

Ouvir essas palavras do próprio Ray foi a melhor recompensa que ela conseguiu por todo o seu trabalho árduo.


O dia seguinte havia chegado e Ray já havia colocado tudo o que precisava em seu Vazio Espacial. Parados do lado de fora da entrada da Academia, estava Jack e todos os membros de alta patente do exército Asas Carmesim.

Embora Jack também não tivesse muita bagagem, antes ele só carregava sua arma, mas agora ele nem mesmo tinha isso. Toda a comida e água de que precisavam ficavam com Ray para levar.

Então Jack parecia mais um civil normal apenas um pouco bombado.

“Jack!” – Disse Harry. “Eu prometo que da próxima vez que você me ver, serei uma pessoa completamente nova.” Jack deu um grande abraço de urso em Harry antes de sair. Apertando-o com força até o ponto em que ele pensou que uma de suas costelas havia quebrado.

“Slyvia, ouvi dizer que Ray foi ao seu quarto tarde da noite.” Martha sussurrou: “Parece que alguém cresceu.”

Slyvia começou a pensar na noite anterior sobre como as palavras de Ray a fizeram se sentir e um sorriso apareceu em seu rosto. Martha, vendo isso, interpretou isso como um sinal de que o que ela insinuou deve ter sido a verdade.

“Parece que eu acertei na mosca.”

Então Slyvia percebeu seu erro. “Não, você entendeu tudo errado.” –  disse ela nervosa.

Martha sabia que Ray era incrivelmente estúpido, era como se ele fosse maduro para sua idade, mas ao mesmo tempo um pirralho lerdo. Ainda assim, ela não podia deixar de provocar Slyvia em cada oportunidade que tinha.

O som de passos e rodas rangendo podiam ser ouvidos e quando eles viraram, eles puderam ver que a carruagem havia chegado.

Jack subiu primeiro e Ray olhou para os outros antes de subir dizendo: “Curem a área infectada pela Sombra, tomem cuidado com o processo de bestalização, certifiquem-se de que a cidade continue a crescer e me avisem se precisarem de ajuda.” – Com essas poucas palavras, a porta se fechou e a carruagem partiu.

“Foi essa a sua maneira de dizer adeus?” Disse Bliss. “Parece que ele realmente precisa melhorar suas habilidades pessoais de comunicação”

“Curto, simpático e direto ao ponto, como um líder deve ser.” Van respondeu na esperança de um dia ser metade do homem que Ray era atualmente.

Van tinha seus próprios objetivos enquanto Ray estava fora, graças ao pedaço de cristal Divino que havia sido dado a ele, ele agora podia usar seus poderes sem ser detectado pela Sombra.

Por todos esses anos, ele não foi capaz de praticar o uso de seus poderes mágicos corretamente. Por medo de quem mais pudesse ser arrastado para as consequências, mas agora ele tinha a chance.

No momento em que o grupo estava voltando para a Academia, eles notaram que uma pessoa encapuzada com equipamentos de alta qualidade que tinha uma bolsa nas costas estava caminhando em direção à Academia.

Os membros do grupo acharam estranho e se prepararam para lutar a qualquer momento.

Foi estranho porque normalmente apenas alunos e outros Cavaleiros se aproximavam da Academia. O povo da cidade não tinha motivo para estar nesta área.

Portanto, eles só podiam suspeitar de que esse alguém que estava coberto fosse um inimigo.

Quando a pessoa removeu o capuz de seu rosto, seu longo cabelo preto e brilhante apareceu e um lindo rosto foi visto.

“Estou aqui para ver meu menino.” – A mulher disse.

“Menino?” – Martha repetiu, estranhando a escolha de palavras que ela havia usado.

“Sim, ele é meu pequeno raio de sol. Ray Talen.” – Ela respondeu.

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