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Na calada da noite um lince tentava predar um coelho, quando der repente uma fenda surgiu assustando os animais, da fenda saíram duas garotas

— Minhas pernas estão doendo de tanto que a gente ando, Lisandra as suas também doem? — perguntou umas das garotas.

— Não porque me alonguei antes de entramos no tecido dos mundos — Lisandra respondeu, havia um tom de repreendimento em sua fala.

— Ta certo, vou me lembra disso na próxima — a garota respondeu triste

— Eu mandei um albatroz até as coordenadas que Confiança falou para a Sam, mas parece que ou quem estavam la, já se foram… — falou Lisandra.

Isabela e Lisandra tinha chegado na terra vinte é cinco como Samantha havia as ordenado, procurarão a loba com os olhos por toda parte, até a encontrarem dormido em cima de uma pedra.

— Então Confiança, cade os portadores? — Isabela perguntou animada, brandido sua alabarda medieval, ficando seu bastão no chão causando um pequeno tremor. — Estou em extasie por ter desculpas para fugir do trabalho.

— Não fique apresada, eles estão chegando — Confiança respondeu encarando um matagal a sua frente.

Um barulho então surgiu do matagal, Arthur saiu do local com Judite e ao encarar as três garotas falou.

— Você realmente estava certa, ela estar aqui, mas que são essa outras duas?

Isabela e Lisandra ficaram alerta com a aparição dos dois, Isabela ao ver a garota ao lado de Arthur falou surpresa.

— Judite!?

— Ola Isa, como tem passado? — Judite respondeu, fazendo uma pergunta a garota.

Arthur ficou curioso como a garota conhecia Judite.

— Oque esta fazendo aqui? — perguntou Isabela, em um tom agressivo.

— Nossa pensava que os caninos eram famosos por sua inteligência, mas acho que me enganei — respondeu uma voz feminina, tirando a atenção de todo mundo.

Dos peitos de judite uma cabeça de animal apareceu, era um coelho, pulando dos peitos da garota para o chão, o roedor zombou de Isabela e Confiança.

— Eu estou aqui a um bom tempo é as duas nem conseguiram me detectar, que piada vocês são para serem Besta alada e Receptáculo — encarando Arthur o roedor falou. — Você também é uma piada, Portador da Tecnologia, estive com você todo esse tempo e seus drones nem detectaram minha energia.

A coelha tinha o pelo felpudo em um tom caramelo, sua iris de seus olhos era amarelada, suas orelhas eram caídas e seu nariz era meio rosado oque dava uma aparência fofa ao animal.

— Notei que era você, Ganancia — Confiança falou rosnado. — Continua uma bocuda.

— Fazer oque, eu sou foda, não dar para enganar os olhos dos mortais — Ganancia respondeu empinado o nariz.

Judite brandiu seu machado ficando em uma posição de combate.

— Bom como se pode ver, nossas desavenças atuais, só serão resolvidas em combate — Ganancia falou olhando para Isabela. — É como você e eu estamos sobre juridição do pacto, Judite!

De repente Judite deu um salto atacando Isabela, que se defendeu com o cabo de sua alabarda, jogando a mulher para atrais pela forca de inércia, atacando ela logo em seguida.

Arthur e Lisandra ficaram boquiabertos, os dois não perceberam o início do combate das duas, Lisandra preocupada com a garota gritou brandindo sua vara de pescar.

— Senhorita Garcia, irei ajudar você!

— Não se intrometa Portadora de Tinta, isso é um assunto de Receptáculos! — Ganancia esbravejou, jogando uma pressão na mulher que a paralisou, encarando Arthur ela falou. — Você também não deve se entrometer garoto, entendeu!?

Arthur não respondeu, ele estava estupefato pela luta das duas garotas, o som das armas se colidindo cortava o som da floresta em que ele estava.

Se afastando de Isabela, Judite pisou no chão com força, criando estacas de metal, no qual ela pegou e jogou como em um jogo de basebol as estacas na garota.

Isabela criou uma barreira de gelo para se defender, as estacas colidiram a barreira como palitos de dente em uma coxinha de frango, a garota encarou Judite.

— Parece que estamos em um impasse, Judite — falou Isabela, criando um grande pilar de gelo, repetindo a ação de Judite, ela bateu sua alabarda no pilar o jogando contra a mulher. — Defenda isso!!

Judite não pulou para o lado, ao invés disso bateu um de seus pês no chão criando um pequeno buraco, entrando nele.

Isabela ficou surpresa por alguns minutos até se lembrar de algo importante.

— Tinha me esquecido que você era da classe de Manipuladora Dupla — falou, ao ver a garota saindo do buraco atrás dela.

Saído do buraco em um pulo, Judite atacou Isabela com o machado mais uma vez, porem a garota desviou pulando para a esquerda.

Ganancia observando toda a situação suspirou.

— Desse jeito vocês duas nunca vão terminar essa luta — falou, olhando para a loba, Ganancia riu. — Acho melhor apelar, Judite! Permissão concedida!

Após falar tal frase, a mulher paralisou e fechou os seus olhos.

— Serio Ganancia! Você vai fazer isso aqui?! — esbravejou a loba.

Os cabelos negros de Judite adquiriram uma tonalidade amarela e juntado as mãos em seu peito formando um triangulo com os dedos, um coração transparente muito parecido com os de desenho animado surgiu, como se estivessem derramando um suco de maracujá no coração ele se preencheu com um líquido amarelo, da cabeça de Judite um par de orelhas de coelho surgiram.

As orelhas pareciam serem feitas de luz e eram caídas, abrindo seus olhos suas iris tinha um cor amarelo Abacaxi, Judite então pisou no chão com força criado duas mãos com a terra com punhos ingleses em seus dedos.

Usando as mãos de terra para socar a garota que se defendeu de uma, mas foi arremessada para cima pela a segunda mão

— Senhorita Garcia!! — esbravejou Lisandra.

— Isabela, permissão concedida!! — esbracejou Confiança.

Em pleno queda livre os cabelos de Isabela adquiririam uma tonalidade branca gelo, uma cauda e orelhas de lobo surgiram, em um rodopio parou no ar como se estivesse flutuando.

Judite encarou a garota, observado seus pês onde se formava uma camada de gelo, vendo isso ela chegou a uma conclusão.

“Ela congelou as gotículas de água no ar” pensou a mulher.

Abrindo seus olhos, a iris de Isabela adquiriam uma cor branca igual a gelo, suas pupilas dilataram e ficaram parecendo as de um lobo encarando sua presa, pronto para atacá-la a qualquer momento

Apontando a alabarda para Judite, que pulou para o lado desviando da estaca de gelo que se formavam pela as gotículas de água em sua volta. 

Como reposta Judite criou pequenas estacas de terra, as jogando em Isabela a cada vez que se defendia de um ataque da garota.

— Estou me sentido num filme de magia, com aquela poluição visual voando para todos os lados — falou Arthur, atrás de uns de seus drones o usando como escudo.

— Novatos — A coelha suspirou — Mas concordo que é epiléptico às vezes.

Isabela e Judite bateram suas armas de frente, criando um som muito forte de metal.

Isabela batia sua alabarda com muita força, Judite defendia, mas estava preocupada com efeito de ação e reação do impacto da alabarda no campo em que elas lutavam.

“Eu conheço bem Isabela, ela estar fazendo isso de propósito”, pensou, quando um dos ataques rachou o solo atraís dela. “Ela está tentando me desequilibrar, para ter um bom ponto de ataque!”

Dando um rodopio para atrás de Isabela, Judite quase teve sua cabeça decapitada pela alabarda, mas apenas alguns fios de seu cabelo forma cortados.

Dando uma voadora de dois pês na garota, a jogando em árvores as derrubando

— Grrr — rosnou Isabela.

Ficando de quatro, abriu sua boca uivando.

— Auuuu!!

Seu uivo produzia um eco metálico e seu som podia ser visto como uma onda de mar e onde as ondas atingiam congelavam.

Judite pulou desesperadamente para longe desse ataque, olhando para trás viu todas a floresta se tornando uma paisagem congelada

Antes que pudesse processar um contra-ataque, um som, semelhante à interferência de uma antena de TV começou a causa-lhe dor 

Ganancia olhou para Judite, oque foi suficiente para a pressão exercida em Lisandra sumir.

— Senhorita Garcia! — esbravejou a mulher, indo em direção à garota que soltava um gemido como se estivesse em uma tortura.

A coelha observando isso ficou pensativa, já Confiança correu até Isabela assutada.

— Droga porque logo aqui — Falou

Batendo a suas patinhas no chão Ganância criou um pequeno buraco.

— Portador da Tecnologia, pegue a Judite e entre no buraco — ordenou. — Vamos deixar como empate Confiança

Arthur fez oque a coelha o pediu mesmo estando confuso, ele pegou a mulher e entrou no buraco que a coelha tinha feito.

— Confiança oque a senhorita tem? — perguntou Lisandra.

— Ponto de Ruptura — falou a loba, havia um tom assutado em sua fala. — Carregue ela Lisandra, eu sei quem pode ajudar ela….

Olá, eu sou o Rian Rrg!

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