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Ruuuuumble!

Um forte tremor irrompe através de toda a antecâmara, submergindo Evangeline em um caos que, inadvertidamente, ela própria desencadeou ao infundir parte de sua mana no símbolo do pilar que sustenta o local. 

Craaack! 

Nos quatro cantos da antecâmara, fendas grandes e pequenas, surgidas devido ao tremor, indicam que a sala, anteriormente pouco deteriorada e marcada pela cultura que a construíra, demonstra um sinal de que, por mais tempo que tenha permanecido intacta, agora parece desejar ceder gradualmente.

Tchhh… Tchhh… 

Das rachaduras, minúsculas partículas de pedras e sujeira invadem o ambiente, exalando um odor característico de poeira e terra, tornando evidente que, se o tremor persistir, é apenas uma questão de tempo até que o local ceda. 

Evangeline, presenciando essa cena, fica imóvel, observando tudo se desenrolar como resultado de sua ação. 

No entanto, algo além dos sons de rachadura e tremores permeia a antecâmara.

Craaank!

Smack!

Thud!

Poderosos golpes de socos, arranhões e vários outros impactos, cuja origem parece ser de metal, ecoam em uníssono.

Grrrr… Grrrrooowl…

Uuugh… Raaawr…

Grunhidos e rosnados monstruosamente animalescos proporcionam um contraste assustador aos impactos que ecoam no interior das estruturas, causando tremores e destruindo progressivamente as colunas no interior da sala.

— … — A meio-elfa observa a cena caótica que, por acidente e curiosidade, ela desencadeou. 

Suas mãos firmemente agarradas aos cabos das adagas, cujas lâminas ardem em chamas carmesim, crescendo a cada momento que o tempo se desenrola naquele ambiente bizarro.

As chamas da tocha no centro da antecâmara treme cada vez mais, sob a influência de um vento gélido evocado de uma parte obscura daquela sala misteriosa. 

Subitamente, em meio a todos esses ruídos caóticos, uma grande rachadura se forma em uma das colunas. 

Um pouco mais próxima daquela na qual a meio-elfa havia depositado sua mana, uma mão esquelética emerge, forçando sua saída da construção.

Craaack! 

À medida que a mão esquelética se estende sobre a estrutura que a prende, a coluna racha e cede gradualmente sob a força exercida. 

O ambiente ecoa com os estalos e ruídos de quebra.

A jovem observa essa cena bizarra, questionando-se sobre quem teve a ideia de aprisionar monstros nas colunas. 

”Uma… mão? Por que caralhos tem monstros em colunas? Quem é que teve a brilhante ideia de aprisionar monstros dentro de colunas? Por acaso é um tipo de armadilha programada para invasores…?”

Dúvidas pairam em sua mente enquanto ela contempla essa estranha escolha de aprisionamento. 

Seriam esses monstros um meio de impedir invasores? 

Essas questões rodopiam na mente dela, mas são abruptamente interrompidas por outro ruído de quebra de pedra naquele recinto, vindo do pilar onde ela depositou sua mana.

Craak!

Semelhantemente ao primeiro, as mãos do segundo monstro também são esqueléticas, sem qualquer vestígio de pele ou carne. 

Clunk!

Tunk!

Smack!

Sua força, que não condiz com a aparência de seu corpo esquelético, faz a estrutura que o prende tremer a cada impacto, demonstrando um esforço tirânico para se libertar.

Em contraste com esses dois, em outras duas colunas espalhadas pela antecâmara, a cena se repete, deixando Evangeline apreensiva quanto ao que pode acontecer caso esses esqueletos se libertem por completo.

”Isso é preocupante. Cada impacto que esses undeads fazem no interior dessas colunas, mais e mais a sala treme. Nas paredes e até no teto começaram a aparecer diversas rachaduras. Se isso continuar, não levará muito tempo até que todo o local ceda por completo e isso não pode acontecer até eu encontrar a passagem desse lugar antes!”

— Assumo meu erro por ativar essa armadilha, mas não significa que não posso derrotá-los em um instante. Já derrotei inúmeros esqueletos, mais quatro não serão um problema. — Um calor ruboriza suas bochechas, expondo um sorriso confiante que traduz a força que ela ganhou nas batalhas. 

Na mente de Evangeline, esses meros esqueletos são como barreiras frágeis, como derrubar um mero castelo de areia molhada.

Com maestria e controle mágico, Evangeline ergue suas adagas, as chamas carmesins dançando, destacando-se na sala que já está em desordem. 

Poeira cai das rachaduras nas paredes, mas ela se concentra apenas no feitiço que está prestes a lançar.

As lâminas de suas adagas se unem, as chamas se fundem e começam a crescer em intensidade.

Seus olhos rubis brilham intensamente, enquanto as chamas nas adagas se transformam em uma esfera média de fogo vermelho. 

Enquanto isso, os esqueletos continuam a impactar as colunas, ecoando ruídos perturbadores pelo ambiente.

Grwwwwaaaaarh!

A cada segundo, a esfera de fogo carmesim cresce em proporções que vão além do convencional, tornando-se tão grande quanto uma bola de praia, tão leve quanto uma pena, e tão imponente quanto uma de demolição.

Evangeline acumula o feitiço o suficiente, criando um vórtice giratório de chamas laranjas e vermelhas no núcleo da magia de fogo gerada, contrastando com o calor que parece se mesclar às chamas da tocha central. 

Com destreza, Evangeline extrai uma das adagas de debaixo da grande esfera de fogo e a abaixa lentamente, assumindo uma posição perpendicular com os braços. 

Com esse movimento, a enorme esfera de fogo, antes imponente, começa a se dividir.

No processo de divisão, a grande esfera de fogo começa a se contorcer e ondular. Sua superfície, anteriormente tranquila, começa a se agitar em intensidade. 

À medida que a esfera se divide, quatro protuberâncias surgem nas extremidades, separando-se gradualmente e revelando nuances viscosas de uma substância que parece derreter ao longo de sua divisão.

Finalmente, com as quatro esferas de fogo carmesim em suas mãos, Evangeline estende o braço à frente, apontando em direção às colunas que abrigam os esqueletos, que liberam cada vez mais sua fúria para escapar.

As quatro esferas de fogo se alinham horizontalmente, mirando cada coluna que abriga um morto-vivo. 

— Hasta la vista, baby! — Com habilidade e um sorriso no rosto, a jovem direciona as esferas de fogo para seus alvos, seus olhos cheios de determinação para aniquilá-los.

A velocidade do lançamento, equiparada à de uma flecha, acentua o impacto devastador, demolindo por completo as colunas e submergindo os quatro esqueletos nas chamas carmesins que ardem como se estivessem no interior de um vulcão.

O odor característico de queimada, juntamente com o cheiro da fumaça, se impregna no ar. 

Evangeline, usando seu traje híbrido de rogue, puxa parte da gola sobre o rosto e improvisa uma máscara para evitar que esses odores impregnem suas narinas.

— Há! Como eu disse: meros esqueletos não são páreos contra minhas chamas. E olha que essas não são nem as mais fortes… — Um sorriso esboça-se por trás da máscara recém-confeccionada. 


Observando ao redor, Evangeline percebe que seu feitiço destruiu boa parte das colunas e paredes do local. 

Placas de pedra, arremessadas para os cantos, enquanto outras estão completamente destroçadas devido à explosão. 

As paredes, antes levemente rachadas, agora exibem grandes crateras, testemunhando a potência do impacto.

— Tsk! Parece que me empolguei demais e acabei destruindo algo que não deveria. Essa antecâmara já estava cedendo com os impactos dos esqueletos, e agora, com essa explosão, não vai demorar muito para desabar por completo… É melhor eu me apressar e encontrar a saída deste lugar…

Enquanto observa as chamas intensas que crepitam ao seu redor, irradiando um calor intenso, Evangeline inicia a busca por uma saída. 

Ela avança em direção às chamas, seus olhos examinando os destroços das colunas e paredes que ela destruiu.

”Cara… eu realmente exagerei… Não era para tanto. Até agora, nenhum esqueleto foi capaz de resistir às minhas chamas carmesins, então não deveria ter usado tanta força no último ataque… Tsk…! Mas sei lá, parece que foi instintivo…”

Contrapondo o calor que envolve o ambiente devido às suas chamas, Evangeline sente um arrepio descer por sua espinha ao perceber algo que não havia notado quando lançou seu feitiço: seu instinto.

Durante sua luta pela sobrevivência nas profundezas da masmorra, enfrentando a morte várias vezes, ela desenvolveu o hábito instintivo de atacar com toda a sua força para derrotar adversários poderosos. 

”Será que esses…” 

Entretanto, olhando para trás, os esqueletos que enfrentou não pareciam uma ameaça tão grande, o que a faz questionar o motivo de ter criado um feitiço tão poderoso para derrotá-los.

— Heh! Acho que estou pensando demais. Mesmo que esses esqueletos fossem um pouco mais fortes, as 《Fire Ball’s》 que lancei neles tinham poder suficiente para eliminar dezenas de esqueletos. Não há como eles terem sobrevivido a isso. — Um pequeno sorriso escapa dos lábios de Evangeline, como um breve retorno de sua autoconfiança.

Rwaaaarrr!

Todavia, seu sorriso desvanece rapidamente quando um grunhido ressoa, misturando-se ao crepitar do fogo no ambiente que havia se tornado silencioso após o impacto. 

Thud…! Thud…! Thud…! Thud…!

Sssscraaape…

Sons de passos pesados ressoam, juntamente com ruídos metálicos raspando no chão de pedra, confirmando que o feitiço da meio-elfa foi insuficiente para derrotar os quatro esqueletos.

”Im-impossi…”

— Merda! — Com agilidade, Evangeline dá cinco passos para trás, suas lâminas se tornando cada vez mais incandescentes e intensas, exibindo um vermelho mais vibrante. 

A cor característica turquesa de suas adagas gradualmente se transforma em um lilás, devido ao calor intenso que afeta o metal. 

”Droga! Merda, mas que merda! Como isso é possível!? Meu ataque foi ineficaz?! Como eles continuam em pé depois daquilo? Como não foi o suficiente para derrotá-los? Drogaa… usei muita mana naquela coisa e agora essas coisas continuam vivas!?”  

Seu semblante adquire um aspecto sombrio, com seus olhos furiosos encarando os sons que emanam da densa fumaça diante dela. 

A ansiedade cresce à medida que aguarda o inevitável confronto se desenrolar. 

Ao criar a enorme Fire Ball para eliminar completamente os esqueletos que tentavam se libertar das colunas, ela consumiu grande parte de sua reserva de mana, e agora percebe que essa ação foi inútil.

No meio das sombras provocadas pela densa cortina de fumaça no local, um pé esquelético emerge daquele cenário crepitante, mas parecendo uma fornalha acesa.

Surpreendentemente, o corpo do esqueleto não exibe sinais de queimaduras ou danos causados pelo feitiço, contrariando as expectativas de Evangeline. 

”’Não pode ser…! Nenhum arranhão? Co-como…!?” — A frustração inicial de ter gasto mana em vão se transforma em ira ao perceber que não apenas foi um erro criar a Fire Ball, mas também foi completamente ignorada pelos esqueletos.

Conforme o esqueleto avança para fora da fumaça, seus companheiros o seguem, revelando-se gradualmente para a invasora na antecâmara. 

Diferentemente dos esqueletos anteriores que Evangeline enfrentou, mal equipados e desprotegidos, esses possuem armaduras. 

Botas de aço negro, peitorais que parecem resistir a qualquer impacto e uma variedade de armas nas mãos, incluindo espadas, clavas e maças. 

Escudetes e escudos, embora desgastados pela ferrugem em sua maioria, revelam que esses esqueletos foram guerreiros antigos, talvez enterrados naquele local ou aprisionados em vida, agora vigilantes na morte.


Grrrrrr…

Os olhos vazios, com órbitas vermelhas, se movem de um lado para o outro como se os esqueletos vasculhassem a sala com sua visão fugaz, à procura de mais invasores na antecâmara. 

Cada um deles parece se comportar de maneira diferente, alguns esticam as articulações, outros inspecionam suas armas e escudos, enquanto um permanece imóvel e outro foca sua visão diretamente em Evangeline após terminar sua busca.

Grrwwaarrg!

Um grunhido característico ecoa entre os esqueletos, chamando a atenção de todos e colocando-os em alerta, fazendo com que a meio-elfa observe a cena com admiração e espanto. 

”Eles estão se… comunicando… igual aquele undead?” A lembrança do primeiro zumbi que enfrentou ao adentrar a masmorra vem à mente. 

Aquele morto-vivo parecia possuir uma espécie de consciência, tanto em batalha quanto em honra após a morte, e agora, diante dos quatro esqueletos, essa semelhança se torna inegável.

”Eu encontrei novamente! Encontrei outro undead consciente…!” Evangeline fica fascinada com essa descoberta. 

Ao longo de sua jornada na masmorra, esperava encontrar outros mortos-vivos ou criaturas semelhantes àquelas que enfrentou na primeira sala, mas os esqueletos diante dela não são apenas mais uma ameaça. 

Eles parecem possuir inteligência e uma forma de comunicação entre si, revelada por seus comandos compreensíveis.

— E-e-e… Vocês conseguem me entender…? P-Por acaso vocês compreendem meu di-dialeto…? — De forma pouco convencional, Evangeline tenta se comunicar com os esqueletos, sua voz vacilando e gaguejando enquanto tenta estabelecer um diálogo com essas criaturas peculiares. 

Os quatro esqueletos voltam sua atenção para ela, aparentemente compreendendo suas palavras. 

— Então vocês… — Antes que a meio-elfa possa continuar, um dos esqueletos se lança em um ataque feroz, direcionando sua lâmina em direção ao peito de Evangeline.

Com reflexos aprimorados graças à sua evolução durante a exploração da masmorra, Evangeline ergue suas duas adagas em um movimento rápido, formando um cruzado para bloquear o ataque. 

”Que… força é essa…!? Não é à toa que eles estava destruindo aquela coluna apenas com impacto das mãos nuas…’‘ Ela sente a força do esqueleto pressionando contra ela, revelando que esses esqueletos não são como os que enfrentou anteriormente. 

Encurralada em uma defesa desesperada, Evangeline intensifica suas chamas, tornando-as ainda mais ardentes, numa tentativa de afastar o esqueleto em sua perseguição. 

Todavia, o esqueleto, demonstrando sua força impressionante, permanece imperturbável diante das chamas, revelando uma notável resistência a elas, como evidenciado pela sua integridade após a explosão anterior.

‘’Droga…! Eles realmente nem se abalam com minhas chamas…!? Tsk!’’

Enquanto a luta de força persiste, a lâmina do esqueleto avança inexoravelmente em direção ao peito de Evangeline, provocando uma descarga intensa de adrenalina nela.

A tensão cresce à medida que suas forças se chocam, fazendo a meio-elfa retroceder em passos. 

Em meio a esse tumulto, Evangeline tropeça em um fragmento de pedra, — um resquício da poderosa explosão que ela mesma provocou, perdendo o equilíbrio abruptamente.

A espada do esqueleto, num movimento rápido, avança em sua direção. 

No entanto, em um reflexo quase sobrenatural, Evangeline aproveita sua queda iminente para escapar em uma diagonal para a direita. 

Isso faz com que o alvo da lâmina mude, direcionando-a para seu rosto e, consequentemente, cortando parcialmente sua máscara e a pele de sua bochecha. 

A dor lateja junto de uma pequena quantidade de sangue que escorre do ferimento. 

Com agilidade, Evangeline se desvencilha do esqueleto, dando alguns passos para trás e reassumindo sua postura de combate anterior. 

Embora a lâmina tenha cortado sua bochecha, o ferimento não foi profundo o bastante para prejudicar seus sentidos, e devido à adrenalina em seu corpo ela mal percebe a dor em seu rosto. 

— Essa foi por pouco, quase perdi um olho devido a minha palhaçada de me comunicar com esses arrombados. Eles se aproveitaram da minha guarda aberta para me eliminar rapidamente… — Seu foco permanece inabalável no undead em sua frente, esperando o próximo passo dele.

Porém, algo diferente do esperado por ela acontece.

O esqueleto a observa atentamente, e, olhando para trás, emite um rosnado característico, se comunicando com os outros três esqueletos. 

Grwwwaarg!

Eles respondem com grunhidos bizarros, formando uma comunicação rudimentar.

Grrrrarg!

Grrrrrrr!

Grwaa!

Nesse momento, o esqueleto atacante retorna para o grupo em passos, enquanto outro sai de sua formação e se prepara para enfrentar Evangeline. 

Suas órbitas vermelhas brilhando ameaçadoramente. 

O esqueleto posiciona seu escudo à frente do corpo e aponta a espada para o interior dele para fortificar sua firmeza, avançando contra a meio-elfa, que encara a situação com crescente incredulidade.

”Eles simplesmente vão trocar de posição para lutar comigo? Tsk! Eles mal me enxergam como um desafio!”

Primeiro, o esqueleto a ataca abruptamente, mas quando ela consegue se libertar de sua força, ele parece comunicar-se com os outros, resultando em outro esqueleto investindo contra ela. 

”Esses merdinhas… tão achando que podem fazer o que bem entendem comigo, é!?” A sensação de ser tratada como um mero boneco de teste começa a crescer na mente de Evangeline. 

Em um estado de fúria, ela cerra os dentes e punhos e libera uma aura avassaladora, causando tremores no chão com sua força física e poder mágico combinados.

Uma aura familiar envolve seu corpo, com cores vibrantes de vermelho, prata e turquesa, revelando sua habilidade única 《Invencível》

Com imenso poder emanando de seu corpo, Evangeline desencadeia uma pressão mágica formidável, fazendo a antecâmara tremer violentamente. 

Poeira e pedras caem do teto e das paredes, revelando rachaduras que se abrem e se estendem. 

As chamas carmesins, outrora quentes e dançantes, se extinguem sob a pressão do impacto.

Os mortos-vivos a observam com apreensão, seus ossos trêmulos denunciando um temor crescente devido à ativação de sua habilidade única. 

A invasora que anteriormente subestimaram agora se revela como uma ameaça formidável que precisa ser eliminada a qualquer custo.

”O que…? Quando eu… ativei isso…?” Observando seu corpo, Evangeline desativa rapidamente sua habilidade única, algo que a deixa repleta de dúvidas, pois em nenhum momento ela planejara ativá-la, o que pode ter ocorrido no calor do momento.

Ela fixa seu olhar nas próprias mãos enquanto desativa sua habilidade, seus olhos brilhando com o reflexo da energia avassaladora que lentamente se dissipa de seu corpo. 

Num instante, uma grande perturbação a domina por inteiro.

— Tsk! Qu-Que merda…!

O ato de ativar sua habilidade única, mesmo que por breves segundos, aliado à criação da esfera de fogo anterior, consome uma parcela considerável de sua reserva de mana, reduzindo-a a um terço de seu total. 

Uma dor aguda irrompe em seu ventre, como uma facada que se espalha por seu corpo.

”Merda… que dor é essa do nada…?”. 

Enquanto isso, o esqueleto que liderava a investida se posiciona na frente dos demais, apontando sua lâmina para a meio-elfa e soltando um grunhido que claramente significa uma coisa: a eliminação de Evangeline é o objetivo.

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Olá, eu sou HOWL!

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