VS – Episódio 14 – Capítulo 02

 

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Traduzido por: Erufailon


Volume 14

Capítulo 02 — Fragmento da Alma de Garmr (2)

 

Quando ele finalmente recuperou seu senso de equilíbrio Tae Ho já estava em Valhalla, mais especificamente na residência da legião de Idun. Esse era um privilégio que foi dado para certos guerreiros importantes, incluindo Tae Ho, mesmo que o campo de batalha ainda não tivesse sido completamente organizado após o final do conflito.

— Siri também voltou e foi se recuperar. Seu outro amigo, acho que o nome dele é Rolph, ficou para trás. O prejuízo que as fadas negras sofreram é considerável e também é importante que investiguemos o resquício da Grande Guerra que foi descoberto — disse Heda, que estava coincidentemente perto da cama de Tae Ho no momento em que ele acordou.

Tae Ho piscou algumas vezes, lutando contra o sono, e disse:

— E quanto às valquírias?

— A investigação está procedendo sob o comando de Rasgrid. Reginleif levou o fragmento da alma de Garmr, que você encontrou, até os deuses e não deu notícias desde então. Gandur também voltou para liderar os guerreiros da legião de Ullr — disse Heda com os olhos afiados, por conta do assunto tratar das outras valquírias.

Tae Ho ignorou o brilho nos olhos dela e então se levantou.

— Heda, a coisa que os gigantes querem certamente é o fragmento da alma de Garmr, não é? Quando eu lutei contra ele, pude ver que o monstro é um enorme cachorro.

Ouvindo o relato do que tinha ocorrido dentro da fenda dimensional à partir de Tae Ho, Heda assentiu.

— Você está certo. Garmr é um enorme cão que protege a entrada do reino de Hel. Me disseram que ele morreu durante a Grande Guerra… parece que esses fragmentos estão espalhados por aí. O que você enfrentou, Tae Ho, provavelmente é apenas um dos fragmentos da alma de Garmr.

— O monstro original deve ter sido incrivelmente forte.

— Ele é o guardião de Hel, o lugar para qual todas as almas vão. Ele é, de fato, um monstro incrivelmente forte e assustador — disse Heda, seus olhos perdidos num ponto distante do espaço, como se ela estivesse imaginando a forma original de Garmr.

Após se livrar desses pensamentos, ela se virou para olhar Tae Ho e disse:

— Logo será revelado o que os gigantes tentaram fazer com esse fragmento de alma. Embora seja um pouco irresponsável dizer isso, vamos deixar que a situação seja resolvida pelos nossos superiores. Eu vou te dizer o que aconteceu quando eu tiver mais notícias.

— Sim, isso está bom pra mim — disse Tae Ho.

Ele estava meramente curioso quanto ao porquê dos gigantes estarem atrás desse item e o que eles pretendiam fazer com ele. Ele já estaria satisfeito apenas por saber disso.

Heda se levantou de bom humor assim que Tae Ho concordou, apontando para uma bacia cheia de água quente que estava em cima da mesa.

— Tome um banho e vá para fora. Assim que você recuperar sua força depois de comer um pouco você deve se encontrar com a Lady Idun.

Por terem retornado, eles tinham que se encontrar com Idun.

Um sorriso apareceu no rosto de Tae Ho, como se isso fosse algo óbvio.

— Você parece estar ansioso para se encontrar com a Lady Idun?

— Mas é claro — respondeu Tae Ho.

Não era simplesmente porque ele iria se encontrar com uma deusa, mas também porque cada vez que eles se encontravam ela acabaria lhe dando um presente. Tae Ho sabia o que ele ganharia dessa vez.

— Eu tenho que conseguir aquela veste alada que ela me prometeu da última vez. Ela combinaria muito bem com você, não?

Logicamente a pessoa que usaria a veste não seria Tae Ho.

— Eu me pergunto — respondeu Heda, sorrindo como se o olhar de Tae Ho não funcionasse nela e saiu do quarto antes dele.

―♦♦♦―

— Meu guerreiro, Tae Ho, você retornou em segurança.

— Isso foi graças a sua benção, Lady Idun — disse Tae Ho.

Ele estava ajoelhado, demonstrando suas maneiras. Idun, que estava parada embaixo de uma macieira, fitou Tae Ho com um olhar caloroso.

— Você realizou grandes feitos desta vez, também. Eu certamente fiquei ciente de você e dos guerreiros de Valhalla clamando meu nome.

Isso parecia ser verdade, já que a voz da deusa continha um pouco de animação. Por conta disso, o sentimento divino que ele sentiu durante seu primeiro encontro com a deusa foi reduzido, mas Tae Ho não se incomodou. Ela parecia mais próxima, de certa forma, graças à isso.

— Agora, meu guerreiro, eu irei lhe recompensar como prometido.

— Obrigado.

Idun não se demorou por muito mais tempo. Tae Ho agradeceu uma vez mais ao fato dele pertencer à legião de Idun e ergueu a cabeça para receber a veste alada. Entretanto, Idun apenas sorriu ao invés de lhe dar o presente.

— Agora, escolha uma opção.

— Como é?

— Eu preparei outras opções desta vez, também.

Talvez fosse só sua impressão, mas ele notou um leve tom brincalhão na voz dela. Ela parecia desfrutar em ser capaz de surpreender Tae Ho.

— Bem, uma das opções é a veste alada que você já conhece. A outra…

Idun parou de falar por um instante e então pegou um item relativamente grande. Era um item que mesmo Tae Ho tinha a capacidade de reconhecer.

— É uma Sela da besta.

A coisa que Idun penosamente levantou usando seus braços realmente era uma sela. Embora essa tenha sido a primeira vez que Tae Ho viu algo do tipo na sua frente, ele já tinha visto selas desse tipo inúmeras vezes em jogos e filmes, ao ponto de estar realmente familiar com o item.

Idun ergueu a sela com um lamurio e então deu alguns tapinhas contra ela, dizendo:

— É uma sela que você pode colocar em qualquer tipo de besta, monstro ou ave. Isso acontece porque ela possui uma magia de transformação imbuída nela. Este também é um presente que veio do Olimpo há muito tempo atrás.

Aquela era uma sela feita de couro pesado e grosso, com o exterior revestido por outro tipo de couro, vermelho e brilhoso. O apoio para os pés parecia ser bastante resistente.

— Eu vou lhe dar alguns exemplos, apenas espere um pouco.

Assim que Idun balançou seu dedo, rochas com a forma de animais começaram a aparecer. Havia um cavalo, um porco e uma criatura desconhecida, porém grande.

— Veja bem.

Idun colocou a sela em cima das rochas, uma por uma. E então, assim como a deusa tinha dito, ela se transformou para acomodar mais facilmente o formato de cada criatura. Na última, por ter um formato estranho, a sela não só alterou seu tamanho como também se metamorfoseou numa espécie de cadeira que ficou presa contra a rocha.

— Por ser uma sela, não só ela te dá estabilidade ao montar em uma besta, como também usa uma magia de controle para amplificar o seu domínio sobre ela.

Era algo compreensível. Quando ele montou no monstro dentro da caverna dos anões ele se sentiu bastante incomodado por não ter um lugar apropriado para sentar.

— Agora, escolha um.

Idun estendeu ambas as mãos. Embora ele não conseguisse enxergá-la direito por causa da falta de luminosidade, Tae Ho tinha certeza de que ela estava sorrindo.

“Ah, Idun”, ele pensou.

Tae Ho começou a pensar profundamente, sendo confrontado com as duas opções. Ele estava mais inclinado a escolher a sela ao invés da veste alada.

“Eu preciso de algo para montar se eu quiser usar essa sela”.

Uma sela era unicamente um equipamento auxiliar. Se ele não tivesse nada para montar, então ela se tornaria inútil.

Entretanto, Tae Ho pensava de maneira diferente.

“Uma sela que você pode usar em qualquer coisa”.

Sendo assim, ela seria útil, porque Tae Ho já possuía uma veste alada.

A [Veste Alada do Falcão].

Por ser uma veste que dava ao usuário a capacidade de se transformar num falcão, ele havia usado-a por si mesmo para poder voar já que não havia como uma pessoa montar em cima desse tipo de animal.

Mas se ele tivesse a Sela da besta, isso seria possível. Através dessa expedição, Tae Ho percebeu que a capacidade de se transformar em um animal grande existia, desde que você tivesse runas o bastante.

“Se for a Capitã Siri, ela deve ser capaz de se transformar em um falcão do tamanho de um ser humano”, ele pensou. Isso porque o número de runas que Siri possuía estava perto do montante necessário para ela atingir a Classificação Intermediária.

Tae Ho inconscientemente imaginou Siri se transformando em uma águia. Ele pensou em guerreiros montados em enormes águias, assim como nos filmes.

“Seria bastante útil”.

E realmente era. Além disso, se ele guardasse a sela dentro de Unnir, ele seria capaz de usá-la em um monstro selvagem, ou mesmo tomar a besta de um inimigo e usá-la para si mesmo.

“Não há mais nada a se pensar”.

— Eu irei escolher a Sela da besta — disse Tae Ho, tomando uma rápida decisão.

— Tudo bem. É uma pena que você não tenha escolhido a veste alada, mas é inevitável. Outra oportunidade virá algum dia.

Idun concordou alegremente, beijando a testa de Tae Ho depois de lhe dar a sela.

— Tae Ho, meu guerreiro, a minha força há de lhe acompanhar.

O agora familiar poder de Idun encobriu o corpo de Tae Ho. Ele fechou os olhos com uma expressão satisfeita.

―♦♦♦―

—Você teve um bom encontro?

— Sim.

— Você recebeu algo.

Ao sair do templo de Idun, ele viu Ragnar e Heda o esperando. Vendo o olhar de Ragnar sobre a sela que estavam seus braços, Tae Ho sorriu e prontamente explicou.

— É uma Sela da besta. Você pode usá-la em qualquer tipo de besta e é dito que que ela pode ajudar a controlá-la — disse Tae Ho, erguendo-a como se fosse um presente digno. Ragnar assentiu lentamente.

— Idun parece estar realmente levando em conta o que você necessita. Você está sendo muito bem tratado.

Era uma recompensa adequada para Tae Ho, que enfrentou inúmeras coisas. Pode-se pensar que Idun a preparou exclusivamente para ele.

Tae Ho agradeceu Idun e assentiu. Parando para pensar, tudo isso só aconteceu porque a legião de Idun era relativamente pequena.

— Antes de mais nada…

Ragnar observou Tae Ho de cima à baixo, deixando escapar um pequeno suspiro.

— Você se tornou realmente forte. A quantidade de runas que você possuí aumentou consideravelmente. Eu deveria aumentar o ritmo do treinamento da sua força divina em um bocado.

Mesmo Ragnar não estava esperando que um guerreiro que tinha acabado de chegar na Classificação Inferior ficasse tão próximo de chegar na Classificação Intermediária de uma só vez. Como ele tinha dito, era necessário que ele aumentasse o ritmo de treinamento da força divina de Tae Ho.

Entretanto, Heda interrompeu-os naquele momento.

— Isso é tudo muito bom, mas devemos descansar por hoje. Continuem a treinar amanhã. Parando pra pensar, não faz nem mesmo um dia que a batalha acabou.

Tae Ho caiu de sono durante a tarde, mas era de manhã agora. Ele se recuperou tão rapidamente por ser bastante resistente, também possuindo a benção de Idun e, além disso, por ter descansado na residência da legião de Idun, que o conferia uma habilidade regenerativa ainda mais elevada. Era altamente provável que Siri ainda estivesse deitada na cama.

Ragnar inesperadamente recuou ao ouvir as palavras de Heda.

— Tudo bem, descansar também é importante. Seria bom deixá-lo descansar por hoje.

— Então, vocês dois vão me ajudar a organizar esses itens?

Ao ouvir as palavras de Tae Ho, os outros dois inclinaram suas cabeças como se perguntando o que ele queria dizer com aquilo. Tae Ho simplesmente abriu Unnir ao invés de responder.

Diversas armas de diferentes tipos foram alinhadas no chão da sala de aula. Ragnar fitou as dezenas de armas e riu como se aquilo não fizesse sentido algum.

— Você tem algum tipo de armazém secreto que nós desconhecemos?

Na verdade, era fácil distinguir que essas armas eram itens pegos no resquício da Grande Guerra. Entretanto, Tae Ho não apenas pegou armas que estavam em bom estado, como também armas quebradas.

Heda, que estava verificando as armas sentada no chão, estreitou os olhos de maneira afiada como se ela estivesse estimando o valor daqueles bens, dizendo:

— Essas são todas armas mágicas. Você as trouxe de volta do resquício da Grande Guerra?

— Sim, eu só peguei as que possuíam magia embuida nelas.

Heda e Ragnar também sabiam da saga “Espada do Guerreiro” que Tae Ho possuía. Graças à isso, eles não perguntaram o porquê dele ter trazido de volta tantas armas quebradas.

Ragnar observou as adagas mais próximas de si e disse:

— Essa é só uma ideia, mas eu acho que seria melhor devolvermos essas armas às suas respectivas legiões. Deve haver muitas armas históricas no meio disso tudo.

Esses eram artefatos perdidos que se tornaram uma pilha de itens saqueados para Tae Ho. A adaga que Ragnar acabara de empunhar tinha o símbolo da legião de Hermond esculpida nela.

Além disso, era discutível se ele realmente precisava de outra arma, já tendo em sua posse o Fragmento de Espada Desconhecido.

— Bem, talvez seja melhor assim — vendo Tae Ho concordar obedientemente, uma expressão ligeiramente surpresa e feliz apareceu no rosto de Heda.

Entretanto, os pensamentos de Heda não eram tão puros quanto os de Ragnar ou os de Tae Ho. Ela brevemente trocou olhares com ele e Ragnar sorriu uma vez mais, dizendo:

— As recompensas provavelmente vão ser boas. Eles também têm uma reputação pela qual zelar, afinal.

— Verdade, não é?

Aqueles não eram artefatos normais, mas sim artefatos dos guerreiros que participaram da Grande Guerra. Todos eles possuíam uma natureza mágica e também eram itens históricos, como Ragnar tinha dito.

Tae Ho poderia dar aquelas armas quebradas e inúteis em troca de itens novos. E, como a legião de Idun não necessitava de muitas armas, isso seria um enorme benefício para ele.

Heda olhou para a troca de olhares entre Ragnar e Tae Ho e sorriu, satisfeita, deixando escapar um suspiro expectante.

— Hum… Heda, tem algo que eu gostaria de perguntar — disse Tae Ho naquele momento.

— O que foi?

— Eu posso ganhar alguma coisa para montar? Eu acho que seria bom ter uma montaria fixa. Mesmo se não for uma que possa voar, algo como os cavalos em que as fadas negras cavalgam já seria bom… ou mesmo os silêncios brancos que a legião de Ullr usa.

Ele inconscientemente pensou em Siri ao escolher a sela, mas ela não era sua montaria. Ela também era um dos prestigiosos guerreiros de Valhalla. Dependendo da situação, montar nela seria a melhor opção e talvez ele até mesmo pudesse pedir isso dela mais algumas vezes, mas nada além disso. Ao invés de depender de Siri, conseguir uma montaria própria seria muito melhor para ambos.

Heda mordeu os lábios ao ouvir a pergunta de Tae Ho, franzindo a testa.

— Me desculpe, mas a legião de Idun não tem nenhuma invocação própria como a legião de Ullr.

Ullr era o Deus da caça, e Idun era a Deusa da vida e da juventude.

Ragnar soltou a adaga que ele estava segurando e disse:

— Se for algo tão simples quanto um cavalo você pode comprar um em Anaheim, ou você pode requisitar um, mas essa é uma opção precária. Você não vai usá-lo como um meio de transporte.

O que ele disse era verdade. Tae Ho mencionou um cavalo, mas se fosse um comum como aqueles usados pelas fadas negras, então não lhe seria algo muito útil. É claro que seria melhor do que nada, mas pensando no quão trabalhoso seria cuidar de um, Tae Ho não pôde dizer com certeza que valeria a pena.

“Talvez isso seja inevitável?”, ele pensou, decidindo desistir, pois se ele continuasse a insistir no assunto Heda provavelmente ficaria ainda mais triste.

Mas então…

— Então como eu estava dizendo, que tal se a gente for capturar um? — disse Ragnar. Ele esperou um pouco para falar, apreciando os olhares de Tae Ho e Heda, encolhendo os ombros. — Nós podemos capturar um grifo selvagem. Eu sei de um lugar na fronteira entre Asgard e Olimpo onde grifos vivem. Nós podemos ir lá e capturar um pra você.

— Oh.

Se fosse um grifo, então a história era outra. Ele tinha a capacidade de voar pelos céus e não só era mais forte do que um cavalo, como também poderia ser usado durante uma batalha.

— Mas a viagem vai legar algum tempo. Heda vai saber se é possível.

Basicamente, os guerreiros de Valhalla viviam em um estado perpétuo de espera. Ragnar estava perguntando se ela poderia ajustar as tarefas de modo que Tae Ho não fosse chamado. Heda assentiu.

— Eu vou fazer o que eu puder — ela disse de modo determinada, seus olhos adquirindo um brilho afiado.

— Então está decidido. Vamos partir assim que Heda der um jeito nas coisas. Eu acho que vai ser bom treinarmos o seu poder divino durante a viagem.

Do modo que Ragnar falou, parecia que o lugar citado por ele não era acessível através de um portal dimensional. Eles provavelmente teriam de viajar um pouco mais, assim como aconteceu durante a expedição em Svartalfheim.

“Eu estou ficando animado”, pensou Tae Ho.

Ele iria capturar um grifo para usar como montaria. Tae Ho se sentia feliz apenas de pensar sobre o assunto. Era uma aventura, mais do que uma simples expedição.

Ragnar continuou a falar sobre grifos e separou as armas, dividindo-as por legião enquanto fazia isso. E, com Heda o ajudando, eles conseguiram terminar a organização dos itens em apenas alguns minutos.

Odin, Thor, Tir, Ullr, Hermond, Heimdal, Vidarr. Sete legiões ao todo.

Havia apenas um único item deixado de fora da pilha bem organizada de armas.

O [Fragmento de Equipamento Desconhecido].

— É do mesmo tipo que o fragmento de espada?

— Me desculpe, mas eu não sei a qual deus isso pertence.

Regnar e Heda disseram, depois de verificarem o equipamento uma vez.

Tae Ho fitou o Fragmento de Espada Desconhecida em sua cintura, mas não houve nenhum tipo de reação dessa vez.

“Talvez ele pertença a algum outro mundo”, pensou Tae Ho. Era o que Siri tinha dito.

Tae Ho respirou fundo, recebendo o Fragmento de Equipamento Desconhecido de Heda. Ele segurou-o com força, dizendo:

— Eu vou verificar.

Tinha algo que ele podia fazer.

[Saga: A Espada do Guerreiro]

Tae Ho evocou sua saga. E, nesse momento, algo que ninguém estava esperando aconteceu.


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