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Velsac lutou desesperadamente.

Ele estava de alguma forma tentando ficar de costas e deixar a pessoa cair de costas.

— Sheesh! Você é mesmo…!

Olka Baraport pragueja baixinho e corrige sua postura desorganizada.

Então, uma força mais forte do que antes o estrangulou.

Velsac estendeu a mão e tentou agarrar Olka Baraport, mas o poder do cavaleiro era imbatível.

Foi ainda mais difícil que ele foi estrangulado pelas costas.

— Haa! Ugh!

A boca de Velsac se escancarou e o som de uma respiração saiu. Sua cabeça ensanguentada estava prestes a explodir.

Eu não quero morrer assim!

Velsac tentou de alguma forma rasgar o cordão em seu pescoço.

Havia sangue vermelho fluindo de suas feridas, mas ele não se mexeu.

Sangue vermelho respingou nas roupas brancas de Velsac.

Eu não quero morrer! Ajude-me! Ajuda!

Velsac teve vontade de gritar.

Mas ele não conseguia nem gritar com sua situação.

— A decisão é sua, não se arrependa.

As palavras que Florentia disse ressoaram em sua cabeça.

— Apenas se apresse e morra.

Ele ouviu Olka Baraport murmurando impacientemente.

Talvez ele esteja sem energia agora.

Velsac mais uma vez tentou mover seu corpo fortemente.

Mas já era tarde demais.

Ao contrário de sua vontade, o movimento de Velsac gradualmente diminuiu.

Seus membros, que ele queria balançar com todas as suas forças, estavam apenas convulsionando.

Ele não conseguia mais ver.

Ele não conseguia nem sentir a sensação terrível da corda cravando em seu pescoço.

Ele estava morrendo.

Velsac fez xixi com aquela terrível consciência.

Por favor, alguém, me salve.

Ele gritou silenciosamente.

Foi então.

Ele ouviu um barulho alto, a única sensação que parecia estar funcionando.

A força que o estrangulava desapareceu em um instante.

Velsac instintivamente curvou seu corpo para o lado e respirou o ar com pressa.

— Oh! Ah.

Com uma dor lancinante, Velsac estremeceu de alívio por ter ‘vivido’.

— Huh …

Seus olhos se fecharam, saboreando a preciosa sensação de poder respirar novamente, enquanto emitia sons que não eram humanos.

E uma dor aguda e reveladora atingiu seu rosto.

Uau!

— Por quanto tempo você vai se deitar? Levante-se e mova-se.

— Ugh… Quem…

Velsac ergueu os olhos e olhou para o homem que lhe deu um tapa na bochecha.

No entanto, tudo o que ele conseguiu reconhecer foi um par de olhos vermelhos.

— … Devo apenas dizer que ele morreu.

Uma voz baixa murmurou e alguém ao lado dele o deteve.

— Ei, Alteza. Não faça isso, vá em frente. Eu estarei esperando.

Velsac esfregou os olhos rapidamente.

Então, sua visão turva ficou clara.

— Ah…

A porta foi aberta e Olka Baraport caiu no chão, inconsciente.

Três pessoas, incluindo Lignite Luman, que é conhecido como o ajudante mais próximo do Segundo Príncipe, foram vistas revistando os braços de Baraport.

— Ei, olhe para isso.

— Ei, Lombardi. Aqui está sua nota de suicídio.

Tedro riu e pegou um pedaço de papel dos braços de Olka Baraport e deu a Velsac.

[… Arrependo-me dos pecados de tentar matar o Imperador… O Primeiro Príncipe é apenas uma vítima deste incidente… Pelos pecados que cometi, pagarei com minha própria vida…]

A espinha de Velsac sentiu um frio.

— Por quê? É exatamente igual à sua caligrafia?

Steeley perguntou, rindo com o conhecimento.

— Há alguém perto de você que pode copiar sua caligrafia e escrever uma nota de suicídio?

— Você está completamente fora de si.

Lignite balançou a língua para Velsac, que olhava inexpressivamente para uma nota de suicídio com seu nome.

— Levante.

Então Perez se aproximou e agarrou Velsac pelo colarinho e o ergueu.

Foi um movimento rápido, como se estivesse segurando uma xícara de chá, levantar um grande homem adulto com uma das mãos.

O corpo de Velsac cambaleou uma vez com o toque áspero.

Mas ninguém estava lá para simpatizar com ele.

— Vamos, Alteza. Vou interrogar esse cara!

Lignite Luman falou com os pés no peito de Olka Baraport, que estava angustiado e abatido.

— Me siga.

Perez disse isso e assumiu a liderança primeiro.

Sem perguntar para onde estava indo, Velsac encolheu os ombros e fez o mesmo.

Mas Perez abriu a porta do compartimento de bagagem, não a porta da carruagem.

— Suba.

— Mas este é um compartimento de bagagem…

Mas antes que Velsac pudesse terminar de falar.

Perez agarrou Velsac pelo colarinho mais uma vez e o jogou no porta-malas.

— Huh!

Velsac segurou a cabeça de dor, mas não houve mudança na expressão de Perez.

— A bagagem cabe no porta-malas.

Depois de dizer isso, ele simplesmente fechou a porta do compartimento de bagagem.


No início da manhã, uma pequena vila no final da propriedade Lombardi.

— Oh, Velsac!

— Mãe!

Quando a carruagem com Perez chegou, o reencontro de Velsac e Seral aconteceu.

Por falar nisso.

— Por que ele está saindo do compartimento de bagagem?

Perez encolheu os ombros à pergunta de Seral.

— …?

— Bem…

Tenho certeza de que Velsac não entrou sozinho.

Mas não importava onde Velsac entrasse, então me voltei para Seral e Velsac novamente.

— Oh meu Deus, essa marca…!

Seral ficou horrorizada ao ver as marcas vermelho-escuras no pescoço de Velsac.

— Oh, Sir Olka Baraport invadiu e me estrangulou…

Velsac nem precisou explicar mais nada.

Percebendo o que tinha acontecido, Seral silenciosamente olhou para as terríveis marcas em seu filho

— Você deve saber como a Imperatriz é. Você não está surpresa, está?

Seral balançou a cabeça com um olhar preocupado com minhas palavras.

— Eu sabia. Eu sabia quem era minha prima, mas estava com medo. Eu estava com medo…

Seral falou consigo mesma com uma voz cheia de pesar.

Ela parecia muito exausta.

Seral se aproximou de mim alguns passos e disse.

— Obrigada. Não, obrigada, Vice Patriarca.

— Não há nada a agradecer.

Eu disse, olhando para a velha vila onde eles iriam morar no futuro.

— Era do meu interesse deixar Velsac viver em vez de morrer nas mãos da Imperatriz, é por isso que ajudei.

Seral olhou para mim com uma mistura de emoções.

Então ela tirou uma carta de seus braços e a estendeu para mim.

Era uma carta roxa.

— Essa é…

Eu peguei e entreguei a Perez imediatamente.

Será uma arma que brilhará mais nas mãos de Perez do que nas minhas.

— Velsac.

Em vez disso, chamei por Velsac, que estava atrás de Seral com os ombros encolhidos.

— De agora em diante, você e sua mãe vão viver aqui como se estivessem mortos.

— Eh, aqui?

Velsac olhou ao redor da vila com olhos sombrios.

Era um edifício com vestígios dos anos deixados intactos nos tijolos escarlates.

Não consigo me recompor até o fim.

— Por quê?! Você não acha que não é o suficiente?

— Não gosto disso…

Eu andei na frente de Velsac.

— Não me entenda mal. Você e eu usamos o mesmo sobrenome, mas você de sangue humilde nunca fará parte da família.

Na minha vida anterior, as palavras que Velsac disse ao me dar um tapa na bochecha ecoaram em meus ouvidos.

Ele também tinha um olhar claro e desdenhoso como se estivesse olhando para uma coisa suja.

Como o que acabou de acontecer, eu fiquei furiosa.

— Você pode viver como nosso servo como você é agora.

Mas Velsac, que está parado na minha frente agora, estava longe de cuspir aos meus pés.

Ele ainda era estúpido e tolo, mas ele está apavorado.

Suas veias estouraram, ele tinha um rosto sujo, e um cheiro nojento.

— Você me chamou meio sangue.

A tez de Velsac ficou branca com as palavras eu murmurei.

— Desculpe! Eu sinto Muito! Eu não conhecia nada melhor naquela época! Sinto muito, Vice Patriarca.

Velsac caiu de joelhos.

Eu olhei para Velsac e disse:

— Você perdeu tudo com a palavra meio sangue, Velsac.

— Por favor, me perdoe…!

Minha raiva diminuiu lentamente.

Não foi em vão.

É um dos frutos do meu trabalho árduo que construí desde que voltei.

Meu primo tolo que era apenas obtuso, preguiçoso e infinitamente mau com os fracos.

Eu lentamente abri minha boca para Velsac.

— Vou mandar dinheiro em seu nome para viver e comer todos os meses. Mas isso é tudo com o que você pode viver com seu pedigree paternalista.

Eu disse em voz baixa.

— Viva como um homem morto. Não me deixe ouvir seu nome de novo se não quiser perdê-lo.

Encarei Velsac pela última vez e embarquei na carruagem em que Perez estava viajando.

Perez seguiu logo atrás de mim.

Um vislumbre de Velsac, que ainda estava ajoelhado no chão, pode ser visto pela janela da carruagem, mas eu não olhei para trás.

Ainda havia silêncio na carruagem.

— Se interrogarmos o Cavaleiro que tentou matar Velsac, podemos descobrir algo.

Quando a mansão Lombardi começou a aparecer, Perez me contou.

— Mas por que você não parece tão bem, Perez?

Perez não falou como se estivesse agonizando com alguma coisa em minha pergunta.

Eu perguntei enquanto olhava para ele.

— Você também está sentindo isso, algo está errado, certo?

Eu continuo me sentindo desconfortável.

Parecia que haveria mais um movimento oculto da Imperatriz.

E quando desci da carruagem, pude ver a identidade de alguém correndo.

— Senhorita! Lady Florentia!

Assim que a porta da carruagem se abriu, Laurel entrou correndo e gritou.

— Huaa! Os Cavaleiros Imperiais invadiram a Pellet Corporation e a mansão do Irmão!

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Olá, eu sou o Babi.Bia!

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