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– Ora ora, se não é o arruaceiro e sua trupe, vim para acabar com sua festinha, seus bandidos! – disse Emílio, enquanto seu grupo surge atrás de sua sombra.

– Que? Bandidos? Como assim? – respondeu Beatrice.

Emílio saca sua espada com velocidade; ela é do modelo sabre, com proteção a mão de quem a empunha, sua lâmina era dourada. Ele brande-a com força, desferindo um rasante corte que acabou dividindo o grupo em dois.

A poeira do ataque subiu, não se via nada ao lado. Daniele, caída na areia, era constantemente coberta por areia, aquele local era controlado por alguma habilidade.

Todos os imóveis eram engolidos pela areia. Ivan, quando percebeu, correu imediatamente para resgatar sua companheira, assim como os outros do outro lado, mas nada adiantava. O tridente fincado, tremia e retornava de volta a seu dono, saltando para o alto e retornando para a mão do homem árabe de barba grisalha, do grupo de Emílio.

– Não adianta insistir, vocês já eram – expressa o algoz de Ivan, como se estivesse em um pedestal.

Ivan puxava sua companheira pela sua perna, mas a areia era tão forte que o leva junto, o fazendo ficar cravado no chão.

Ronaldo, agitado, tenta socorrer Ivan, mas a feiticeira de vestido vermelho o atingiu com uma bola de fogo, disparada sem a necessidade de conjuração.

Vendo o companheiro sendo arremessado ao longe, Ricardo corre em sua direção, visando evitar sua colisão com o chão, mas o corpo desacordado do mago é banhado pela areia.

Ivan se desenterra da areia, tossindo e cuspindo fora toda a areia que engoliu com o soterramento.

A poeira cessa, e quando todos percebem, o corte não só criou uma fenda, mas criou um enorme espaço entre os dois lados, bastante semelhante a uma falha geológica.

Do outro lado, Ivan repara, Kaezer e Ícaro sumiram, ao passo que Beatrice bloqueava com força o ataque do chifre de um rinoceronte humanóide, enquanto Felipe batalhava com um homem ruivo que soltava chamas com barras de ferro, porém imediatamente largava-as por causa do calor.

– Ivan! Cuidado! – gritou Beatrice, olhando de relance o tigre humanóide atrás dele.

Renshike surgiu desferindo um corte em seu peito com suas unhas, atrasando o ataque e dando tempo de Ivan desviar. O golpe do inimigo criou um buraco no chão, onde Ivan fez com que ele fosse preso em uma materialização de concreto no chão.

– Eu não gosto de ataques animalescos, são muito broxantes – disse Ivan, desferindo um chute no queixo do inimigo.

Ele rugia feito um tigre de verdade, mas logo disse: 

– Não adianta prender minhas garras, isso nunca será o suficiente – e quebrava o concreto em suas garras, tornando a avançar contra Ivan, que de imediato prendeu suas mãos aos do inimigo e desferiu uma cabeçada em seu rosto, que instintivamente, abriu sua boca felina e mordeu a cabeça de Ivan, fincando seus dentes em seu crânio.

Ricardo retirou Ronaldo de cima de si, quando nota que o homem tigre e Ivan estão em um combate feroz, onde de primeira vista, Ivan estaria em apuros, mas logo nota que as mãos com garras da fera estão sendo subjugadas pelas mãos de Ivan, que forçadamente está movendo-as e prestes a golpear na nuca com elas. O inimigo, notando isso, disparou em velocidade, batendo Ivan no chão.

Sem danos maiores, Ivan o provocou com um sorriso:

– Eu vou gostar do que irei fazer agora.

Quebrando suas mãos, fazendo-as vazar energia de cor laranja, ele as usa junto para o golpear em sua nuca, rachando o tigre em cacos.

– Aaaah, maldito seja, o que você fez? – gritou o homem tigre, enquanto um soco com força era desferido em seu rosto, jorrando varias faiscas de energia, ele foi arremessado com forte impacto no chão.

Furioso, Emílio se agita e pula em direção de Ivan, que recua e levanta o corpo desmaiado do homem.

– Você se acha muito forte né, seu traste! Seu desgraçado volta aqui! – gritou, enquanto desfere outro ataque rasante, que atinge o corpo do homem, o atingindo ao meio e o desfazendo por completo.

– Putz, aí você quebra o cara – debochou Ivan.

Furioso, Emílio aponta a espada em sua direção e surge um enorme brilho, o feixe de um canhão de fótons seria a melhor descrição, que disparada em sua direção, o acerta em cheio… Ou melhor, acertaria, o trêm do amor o jogou para a frente de Ricardo, que bloqueou o ataque de dois membros do grupo de Emílio.

O homem de tridente, de postura confiante e vestes elegantes e a moça de cabelos loiros e brincos de cobras, roupas leves e brancas com um bastão dourado elétrico, iriam atacar Ricardo, mas Ivan, como um feixe, apareceu e segurou as duas armas com as mãos nuas.

– Não será tão fácil assim – disse a garota loira, enquanto os dois abriram espaço para Emílio, que atrás deles, empurrou sua espada no peito de Ivan, que ficou imóvel, vendo a lâmina atravessando-o por completo.

— Sabe, sabia que você só queria enfiar isso em alguém – Respondeu Ivan, enquanto retirava a espada do corpo, deixando a energia vazar de seu corpo.

Ainda agarrando a lâmina, Ivan o faz uma pergunta: 

– Sabe, o que mais me enche o saco nessa droga de mundo? 

Os dois membros aparecem por trás de Ivan, prestes a atacar, quando Ivan abre seus braços e deixa de propósito os ataques penetrarem em seu corpo.

Emílio, sem reagir, permanece calado com olhar de raiva e indiferença.

– Você é bem estraga prazer em, eu fiz a maior coisa legal e você com cara de cu, hahaha – reagiu Ivan.

Fechando seu punho, Emílio desfere um forte soco em sua face, deixando seu rosto coberto de rachaduras e brilhante de energia.

– Me diga, me diga o que lhe enche o saco nesse mundo – falou Emílio, enquanto preparava outro soco em seu rosto.

– Escuta ele não, cara, ele só tá querendo ganhar tempo – disse o homem barbado.

Sorrindo, Ivan o respondeu:

– A falsidade… A falsidade desse mundo… É uma droga!

Nesse momento, as armas cravadas começaram a se comportar de maneira estranha.

O bastão começou a eletrizar mais intensamente, fazendo a moça tremer e cair no chão, imóvel e em pane, se contorcendo e vazando energia.

O tridente fincado derreteu as mãos do homem, que drasticamente vazava e se desesperava, gritando enquanto levantava seus cotocos na frente de seu rosto.

Emílio, surpreso, imediatamente deixou a espada cair e a explodiu no chão, a destruindo por completo e perdendo Ivan e Ricardo de vista.

Booom! A poeira novamente cobriu a área, Emílio com olhar surpreso, preparava-se e se distanciava e arremessava feixes de luz em qualquer vulto que note presença, de preferencia fora da direção de seus companheiros.

Ele disparava sem dó, qualquer sombra que ele avistasse, até que sua sombra sumisse e virasse cacos.

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Olá, eu sou o Igor Novachrono!

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