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Eles clamaram um após o outro, todos se opondo à ideia, sem acreditar que isso poderia funcionar. Afinal, eles sabiam com certeza que a velha senhora das poções ficaria do lado de sua paixão. Essa era 100% uma causa perdida! 

Diante de suas reclamações, Jack riu.

Calma, mesmo agora, ele ainda estava treinando enquanto ria!! O que estava acontecendo com seu nível de compostura?! Que loucura! 

O que estava lhe dando tanta confiança? -> Um monte de pesquisas sobre a vila. 

Nesse momento, ele estava agradecendo internamente a Chiclete. Tudo isso graças aos seus recentes esforços de coleta de informações.

Ele só precisava convencê-los a ajudar bem rápido. Ele apontou para cada um deles: 

“Ele ferrou pra cacete com nós dois.” (Igor) 

“Eu vou te mostrar uma magia incrível.” (Florista) 

“Eu sei que seu negócio de salsichas não é popular na IRL” (Açougueiro) 

“Ele fez de tudo para prejudicar você, chamando seu trabalho de abaixo da média.” (Ferreiro) 

“Ele está aumentando lentamente o desconto que você tem que dar facção dele e está aumentando também o imposto sobre a sua loja.” (Steven) 

Com Jack lembrando-os daquilo, eles sentiram o sangue ferver de raiva. Infelizmente, eles não podiam fazer muita coisa.

“Não vai importar, desde que aquela vadia o apoie!” O ferreiro o lembrou. Era quase impossível demitir um chefe de aldeia! 

“Nossa única opção é escrever uma carta ao Império e pedir-lhes que corrijam nossa queixa. Mas isso provavelmente…” propôs Igor. 

“Vai demorar demais!” Jack o interrompeu instantaneamente. “Eu tenho outra alternativa. Vou convencê-la com meu plano. Só preciso tentá-la.” Ele piscou. 

Muitos de repente sentiram vontade de vomitar. Ele realmente iria tentar fisgar aquela velha morcega enrugada?! Eles não tinham certeza se deveriam elogiar sua coragem ou ficar totalmente enojados! 

“Mas para que isso funcione, precisarei da ajuda de vocês em alguma coisa.” Ele teve toda a atenção deles. “Todos vocês concordam que nenhum poder é intrinsecamente mau, certo?” Ele perguntou com um sorriso. 

Eles não puderam deixar de olhar para o livro do necromante nas mãos do homem. É verdade que essa coisa realmente parecia tão demoníaca! 

“Não, isso aqui é bem pior que parece, haha.” Ele riu, vendo o olhar deles. 

“O que?!” 

“Como isso é possível?!”

“O que diabos você está planejando?!” 

Eles proferiram em choque. Por que seu plano parecia cada vez mais tenebroso a cada segundo?!

Mas então ele olhou para cada um deles e eles vacilaram. Esse cara era um bastardo com certeza, mas tratava bem seus aliados. 

“Merda… Você é realmente o diabo. Você já sabe que vamos concordar. Por que você não conta tudo logo?!” O ferreiro resmungou. 

Isso os fez rir. Sim, isso resumia muito bem a situação. Porra, esse cara era tão intrigante! Ele só ligou para eles depois de analisar toda a situação! Mesmo assim, isso só foi possível graças à sua grande afinidade com eles e à sua reputação. 

“Hehe, tudo bem.” Jack virou-se para o Açougueiro. “É fácil. Precisaremos usar aquela coisa no seu porão.” 

“Aquela coisa?” O Açougueiro pareceu confuso por um segundo. Mas então finalmente ele lembro o que era. “Não, não, não! De jeito nenhum! Impossível! Estou fora!” Ele gritou de medo. 

Seu rosto estava pálido, sua respiração áspera e o suor frio já cobria seu corpo. Mas então ele lentamente se forçou a se acalmar. 

“De qualquer forma, está quebrado! Faltam algumas palavras e…”

“Estou ciente.” Jack ainda estava sorrindo! 

O Açougueiro não pôde deixar de estremecer ao ver sua aparência firme. Tudo isso fazia parte do plano dele também?! Tudo de acordo com o keikaku, certo?! 

Os outros estavam todos olhando com a boca aberta de espanto e os olhos brilhando de curiosidade. Do que diabos eles estavam falando?! 

“Steven, vou precisar de alguns materiais.” 

“Vou precisar de um ferreiro para forjar alguns componentes principais.” 

“Florista, você vai me ajudar a reescrever as runas mágicas que faltam.” 

“Igor, você será responsável por gerar mana, assim como acontece com a técnica de consumo de mana.” 

“Vamos precisar de sangue, muito sangue. Conto com você para isso.” Ele olhou para o Açougueiro e depois para todos eles. 

“Senhoras e senhores, acreditem, isso vai ser muito divertido! Tudo bem, já é tarde demais para recuar, pois já compartilhei informações confidenciais com vocês.”

“Não tem como eu…” O Açougueiro ainda estava reclamando. 

“Olhe nos meus olhos. Eu sei o que estou fazendo. Eu sei não apenas como usar a coisa, mas também como contê-la. Confie na Legião Demoníaca!” Jack tranquilizou.

Olhando nos olhos confiantes de Jack, o Açougueiro finalmente se acalmou e resmungou que participaria.

Toda esta operação parecia ter cerca de mil possíveis problemas, mas de alguma forma todos foram sendo resolvidos no seu ritmo. 

Esse era o mesmo truque que ele usou para convencer os NPCs no Covil dos Lobos e o guarda do shopping IRL. 100% de linguagem corporal! (+Anos de prática na vida real) 

O cara da RCP ao lado estava com a boca aberta em estado de choque. O que diabos eles estavam fazendo como facção?! Ele não pôde deixar de sentir todo o seu corpo tremer ao se lembrar das palavras de Jack naquela época: ele estava se livrando totalmente da prisão. 

Como os NPCs reagiriam se soubessem que estavam prestes a condenar toda a sua aldeia? Eles se desesperariam, entrariam em pânico? Eles definitivamente se revoltariam! Ele conscientemente manteria a boca fechada por enquanto.

Mas justamente quando a multidão estava pronta para ir embora, uma linda garota rosa e uma velha passa enrugada chegaram. Chiclete estava chegando bem na hora, seguindo sua mensagem. 

“Você queria me conhecer? Seja breve. Não tenho o dia todo!” A velha senhora das poções zombou. 

“Vou derrubar o chefe da aldeia e você vai me ajudar.” Jack afirmou calmamente.

Que porra é essa?! Por que ele foi tão direto?!

Os NPCs não podiam acreditar. O que havia de errado com ele?! O que aconteceu com o amorzinho?! Definir o clima deveria ter sido super importante! 

“Você está delirando, garoto. Não acredito que perdi meu tempo com você!” Ela bufou, pronta para ir embora. 

“Todos os outros podem ir embora, mas você não deveria. Se você me ouvir por 1 minuto, eu te darei uma moeda de ouro.” Ele descaradamente tentou suborná-la. 

“Eu deveria lhe dar uma chance. Afinal, sou a gentileza em pessoa.” Ela pronunciou descaradamente quando se aproximou. 

Sua palma já estava estendida e ela aguardava o pagamento.

Um minuto depois: 

Valor -> -1 ouro 

Passa Velha -> Saindo

Ela estava indo embora com agilidade nos passos. Ela mal podia esperar para contar ao chefe o plano de Jack! 

Os outros estavam extremamente confusos. Ele só iria vê-la sair?! Suas intenções eram óbvias! 

“Não há necessidade de ir atrás dela.” Jack acenou. “Fiz tudo o que pude. O resto dependerá dela.” Ele murmurou enigmaticamente. 

Ele não teria mais controle sobre o resultado de agora em diante.

Ele só podia orar…..

Olá, eu sou o Cross!

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