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『STATUS』

➤『Nome:』Evangeline

➤『Raça:』Majin

➤『Rank D』 LV 5.⇯⇯

『Títulos』

Caçadora de Iguarias, Heroína dos Espíritos, Escolhida por (Ele), Guardiã do Vilarejo〔Sem Nome〕

﹙Saúde: 850/850﹚﹙Mana: 700/700﹚﹙Vigor: 600/600﹚


➯『VOCÊ TEM 0(- 50) PONTO(S) DE HABILIDADE DISPONÍVEIS』

《Atributos:》

➤ Magia: 56 『Rank D』+20⇯

➤ Agilidade: 75 『Rank D』+10⇯

➤ Força: 60 『Rank D』+5⇯

➤ Resistência: 65 『Rank D』+15⇯


《Skills/ Unic.:》

《Invencível》Unic. LV. 2 《Big Idea》 LV. 3.《Blessing of Metatron》 《???》 LV. ??? 《Prevision》LV. 1 《Examinador》LV. 4

『Lightning Cut』『Endless Cut』『Emerald Sphere of Desolation』『Blaze of Cloak’s Ken』『Watercut Nykr』


(XPE 4 560 / 290 877)


À medida que os pontos são meticulosamente distribuídos, uma energia misteriosa envolve gradualmente o corpo de Evangeline, envolvendo-a em um processo transformador. 

Esta metamorfose é tangível, ainda que não acarrete um desconforto agudo, assemelhando-se mais a uma sensação reconfortante de calor, como os raios solares acariciando a pele em um dia de praia. 

Durante esse processo, seu corpo passa por um fortalecimento notório; seus músculos começam a definir-se, conferindo-lhe uma robustez que se torna evidente, e sua reserva de mana expande-se de maneira notável, ultrapassando os patamares anteriores, embora ainda não atinja o auge experimentado quando acionou sua habilidade 《Invencível》.

— Dessa vez, o coice foi um pouco mais desconfortável. Alocar muitos pontos de uma vez gerou uma carga maior no meu corpo. Ainda bem que não foi nada trágico, se não seria algo preocupante… — Pequenas gotas de suor começam a se formar na superfície da pele da meio-elfa. Elas revelam o peso que ela sente após o processo de distribuição de pontos nos atributos.

— Bom, é melhor eu meter o pé desse lugar logo, é impossível de eu me acostumar com esse cheiro, até parece que pegaram carne moída coloram no sol por um ano e depois mijaram em cima, isso antes de tacarem em uma churrasqueira. Sério, isso é muito fedorento!


Agora, plenamente preparada para seguir adiante em sua incursão, Evangeline avança com determinação na direção de uma majestosa porta esculpida em pedra, que há tempos permanece aberta, revelando um mistério envolto em seu interior. 

Contudo, sua curiosidade logo se depara com um enigma: apesar da passagem estar desobstruída, um véu mágico parece ocultar com maestria qualquer vislumbre do que aguarda do outro lado, sugerindo a presença de uma antiga magia de selamento, — cuja intenção é omitir os segredos resguardados ali.

”Curioso, será que ali possui mais um selo? Se tiver algo que impeça minha passagem vai ser complicado, não sou boa em afrouxar selos.”

Sem hesitar, ela se apressa em direção à porta, ansiosa para prosseguir em sua intrigante jornada. 

No entanto, um imprevisto detém seus passos — seu pé entra em contato com um pequeno cristal negro, disposto próximo às cinzas que representam o derradeiro destino da Banshee derrotada. 

— Um… cristal negro…? — A presença enigmática desse objeto gera um turbilhão de questionamentos na mente de Evangeline, instigando-a a uma minuciosa e cautelosa análise de sua natureza e significado. 

O que poderia, afinal, estar por trás desse objeto enigmático?

”Estranho, de onde isso veio?’’  Ela desliza o pé sobre o objeto, fazendo-o girar para frente e para trás. 

Cada movimento é calculado, uma tentativa de medir a dureza do cristal misterioso. Enquanto isso, o objeto parece ganhar vida, brilhando de maneira hipnotizante. 

Suas superfícies refletem a luz ambiente, capturando tanto a luminosidade da entrada quanto o fulgor das chamas esmeraldas que dançam na sala.

‘’Será que a Banshee estava carregando isso? Mas como não percebi isso antes? Talvez as chamas e a fumaça do lugar tenha barrado minha visão de algo desse porte” Evangeline franze a testa, perplexa com o objeto diante dela. 

Como não percebeu isso antes? Sua mente divaga entre a confusão e o mistério, talvez devido à concentração em fortalecer seu corpo ou ao brilho persistente das chamas esmeraldas que preenchiam o ambiente.

— Se for assim, então o Troll e o Ogro… — Com uma mão, ela faz um gesto amplo, dissipando as chamas de toda a sala com seu controle sobre o fogo. Agora, mais dois cristais negros emergem dos locais onde antes jaziam o Ogro e o Troll.

— Como esperado, realmente eles estavam carregando isso com eles. Mas isso estava aonde? Em suas mãos, eu não lembro de vê-los carregando. Será que o típico RPG na qual os monstros dropam coisas de seus corpos? — Sua mente divaga por um momento, relembrando os jogos que costumava jogar em sua vida anterior. Ela se vê imersa em títulos antigos, como os RPGs da época do Atari. 

As imagens dos personagens derrotando monstros e, em seguida, deixando itens caírem no chão ganham vida em sua mente, como se estivesse revivendo esses momentos de jogabilidade retrô.

— Bom, já que os cristais estão um pouco longe dos restos dessa Banshee, deixa eu testar um negócio… — Com habilidade e um toque mágico, Evangeline, utilizando de seu atributo Ar, os levita, reunindo-os em sua mão.

”Incrível! Isso foi extremamente simples! Pensei que seria mais complicado manusear isso, mas o que eu esperava? Sempre tive proficiência no meu atributo de Ar, talvez meu controle sobre ele tenha aumentado após eu colocar mais pontos no meu atributo mágico.”

Ela fica impressionada com o poder que sua magia exibiu. 

Não esperava que pudesse manipular objetos com tamanha precisão e facilidade usando a magia do vento. Suas sobrancelhas arqueiam em surpresa e descrença. 

Seu potencial mágico estava se revelando de maneira impressionante.

— Contudo… e esses cristais? — Evangeline direciona sua atenção novamente para os cristais negros, pequenos como dedos indicadores humanos, mas brilhantes e misteriosos como gemas exóticas. 

— Vou usar o 《Examinador》 para aprender o que são. — Sua habilidade de  《Examinador》 é ativada, e ela começa a investigar a natureza desses objetos.



《Fragmento: Quartzo Negro

➤Classificação do item: Rare (+).

➤ Habilidades: 

『O Objeto não possui habilidades』

➤ Descrição:  

Fragmentos retirados do abismo, esses pedaços pertencem a monumentos e esculturas que existiram em épocas imemoráveis, perdidas nas brumas do tempo. Apenas fragmentos diminutos desses objetos grandiosos sobreviveram até os dias de hoje. Em sua maioria, essas relíquias são usadas como fontes de catalisação para poderes e feitiços mágicos. Eles contêm o eco de uma era esquecida, e sua utilidade é inestimável para aqueles que compreendem seu verdadeiro valor. 

『O Objeto está desfragmentado』

『Total (3/6) Completo』



A verdade sobre os cristais negros se desvenda diante dela. Eles são fragmentos de Quartzo Negro, um material que lhe é bem familiar de seu jogo, o Worldland Sephyra Online. 

— U-Um Quartzo Negro!? Co-Como existem Quartzos negros nesse lugar? — Uma súbita epifania ilumina sua mente. 

“Espera! Se existem itens do Sephyra aqui, será podem existir ainda mais coisas? Até o momento não vi muitas coisas, porém esse item é a prova disso. Rapidamente, sua atenção se volta para o arco mágico que ela segura. Suas habilidades de combate, regeneração e a capacidade de criar flechas mágicas a partir da mana lembram os itens semelhantes que ela usava em seu jogo favorito.

‘’ Se esse for o caso, aqui pode possuir de monstros ou talvez… outros jogadores como eu… Eu havia abolido a ideia de ter jogadores nesse mundo quando percebi que isso não é um jogo, mas se aquele Herói invocado for realmente o Sebastian, isso confirmaria minhas suspeitas…” Se itens de seu jogo estão presentes neste mundo, quem mais pode ter atravessado? Será que há monstros, magias e até mesmo jogadores como ela?

Evangeline sacode a cabeça para afastar essas ponderações. 

— Okay… okay… Isso é um pouco viajado, talvez seja apenas uma coincidência… — Seu coração acelera com a possibilidade de não estar sozinha neste mundo, onde ela acreditava ser a única. A ideia de encontrar itens ou até mesmo outros jogadores como ela a deixa empolgada. 

Entretanto, ao mesmo tempo…

— Verdade ou não, preciso de mais itens para poder confirmar, mas deixando isso de lado por agora, é melhor focar no que eu estava fazendo antes. — A meio-elfa concentra-se no momento e coloca os cristais negros em uma bandoleira, pronta para seguir em frente. 

A próxima entrada de andar aguarda, e ela não tem tempo a perder em teorias e especulações.


A passagem está à vista, e Evangeline observa-a com uma sensação de déjà vu. 

Diferente da entrada da masmorra, esta parece um portal direto de jogos, com uma imagem ondulante da próxima sala girando como um vórtice. 

Dúvidas sobre o próximo ambiente a assaltam: que monstros esperam por ela, que desafios a aguardam? A Banshee já foi um obstáculo insuportável com seus portais; como serão os monstros, possivelmente mais fortes, em uma fase normal?

”Espero que do outro lado não tenha um monstro tão chato quanto a Banshee… Argh…! É melhor eu esquecer isso, se não ficarei paranoica com a possibilidade…” Ela ignora essas questões que ameaçam minar sua coragem e avança, cruzando o portal.

Uma sensação gélida e viscosa percorre seu corpo, como nadar em uma piscina de gelatina congelada. Refrescante no calor, mas desafiador no inverno. 

A sensação dura apenas alguns segundos, até que Evangeline emerge na próxima fase.

O ambiente é notavelmente diferente, assemelhando-se mais ao corredor inicial da masmorra típica do que a uma caverna. 

Paredes esculpidas cuidadosamente exibem tijolos ornamentados com figuras complexas, evocando runas enigmáticas, sustentados por colunas ornamentadas. 

Nas paredes, suportes com o que parecem ser incensos em vasos se destacam, mas, ao contrário dos normais, são feitos de um aço negro e emanam uma aura perigosa.

”Essas barras de aço negro estão liberando um cheiro igual um incenso… mas, são claramente metais! Como será sua composição ou o uso que pode se aplicar… se a Anastácia pudesse olhar isso…”

A tentação de coletá-los e buscar a sabedoria de Anastácia, uma habilidosa ferreira, surge brevemente. 

— Bom… enfim, mesmo que quisesse pegá-los, não tenho espaço, muito menos minhas pequenas bolsas na bandoleira cabe uma barra de aço dessas. Além de tudo, não tô a fim de acionar uma armadilha só por ser gananciosa. Talvez eu pergunte a ela quando eu voltar para o vilarejo. 

A falta de espaço em seu inventário e o risco de acionar uma armadilha a fazem pensar duas vezes. 

Uma gota de suor gorduroso escorre pela sua bochecha, um lembrete vívido da pressão que enfrenta. 

Evangeline avança pelo corredor ornado, mantendo-se alerta para quaisquer surpresas que a masmorra possa guardar para ela em seu próximo desafio.

Evangeline ignora o desejo constante de se apossar das barras de ferro polido e avança pelo corredor. 

Ele se estende à sua frente, ladeado por tochas que lançam chamas pálidas e azuladas, banhando o caminho com sua luz vacilante. 

A cada passo da jovem, o som ressoa pelo corredor, como se nada mais existisse além dela e do ar rarefeito, — um vazio solitário e interminável.

Os minutos se arrastam enquanto ela avança, mantendo seus sentidos aguçados, ciente de que qualquer coisa pode surgir a qualquer momento. 

Finalmente, ela se depara com uma bifurcação no corredor, onde este se divide em duas direções aparentemente idênticas, como se espelhassem mutualmente. Cada lado é um reflexo perfeito do outro, e a indecisão a toma por um breve momento.

”Mmm… uma bifurcação… Não consigo notar diferenças nas duas, parecem completamente iguais dos dois lados, mas talvez não sejam o caso no final… E agora… qual eu escolho…?” Ela pondera sobre qual caminho seguir, consciente de que essa escolha pode definir seu destino nesta masmorra implacável.

— Bom, vou ir à sorte! Une, dune, tê, o escolhido foi você! Esquerda! — Sem hesitar, ela opta pela esquerda, prosseguindo com cautela, examinando cada detalhe. 

Não há portas laterais, nem monstros à espreita, mas ela permanece vigilante, consciente da ameaça iminente. 

Seus passos ecoam pelo corredor, como um tambor anunciando sua presença.

Então, como se em resposta a sua inquietação, um brilho no final do corredor chama sua atenção. 

Sombras sinistras dançam pela sala à frente, revelando um desafio iminente. 

”Monstros, tem monstros naquela sala…! Esse sentimento, essa sensação… tudo está voltando de novo como no início da masmorra…’’ A pulsação de seu coração se intensifica, as batidas ressoando em seus ouvidos como tambores de guerra. Uma onda de adrenalina a percorre, fazendo seus músculos se contratarem, prontos para a ação iminente. 

Cada célula de seu corpo está alerta, e a tensão é palpável no ar enquanto ela se prepara para enfrentar o desconhecido.   

O sentimento é o mesmo…” Um sorriso se insinua no rosto da meio-elfa, seu progresso está diante dela, um desafio que pode ser mais formidável do que qualquer outro enfrentado até agora. 

Seu desejo de se fortalecer brilha intensamente em seus olhos.

Com destreza, suas mãos se movem como reflexos condicionados, retirando as adagas cruzadas de suas costas. O contato firme com os cabos é quase reconfortante, apesar de toda a tensão que a envolve. 

Cada músculo em seu corpo está tenso, a adrenalina bombeando em suas veias como um rio furioso. O medo, pulsando como uma sombra no fundo de sua mente, mistura-se com a empolgação, criando uma tempestade de emoções indomáveis  

As lâminas em suas mãos crepitam e se inflamam com chamas rubras. Ela conjura um feitiço de fogo com maestria, o calor crepitante dançando nas adagas como se fossem extensões de sua própria vontade. 

O brilho ardente ilumina seu rosto determinado, refletindo não apenas a energia das chamas, mas também a intensidade de sua coragem. 

Com armas em punho e as chamas dançando, Evangeline assume sua posição à entrada da próxima sala. 

Seus braços se estendem como garras, prontos para dilacerar qualquer ameaça que surja.

A determinação inflama cada fibra de seu ser, e ela avança destemidamente em direção ao desafio que a aguarda. 

Cada passo é firme, cada movimento é calculado, e sua expressão é uma mistura ardente de coragem e resolução

Com a agilidade de uma pantera, Evangeline se prepara.

Seu olhar, focado e penetrante, revela a determinação que queima em seu coração. 

Ela se sente como uma fera faminta, pronta para o embate. 

— Seja lá o que tenha nesse lugar, tudo que digo é: Tá na hora de Upar! — Seu rosto exibe determinação e um sorriso confiante enquanto ela avança para o desafio que a aguarda adiante.

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Olá, eu sou o HOWL!

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