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Ele se encontrou cara a cara com uma figura enigmática, cujo rosto estava envolto por uma neblina densa e aterradora.
“Você deseja sair deste abismo Deylan xoglide?”, A voz da figura era um sussurro arrepiante, ecoando como um vento gélido através da escuridão. Seus olhos brilhavam com uma luminosidade sinistra, fixando-se nos de Deylan com uma intensidade perturbadora.


Deylan sentiu um arrepio percorrer sua espinha enquanto olhava para a figura sombria diante dele. A perspectiva de escapar da prisão cósmica era tentadora, mas havia algo inquietante na oferta que lhe era apresentada. Ele olhou para trás, para à batalha perdida contra a criatura. Cada parte de seu ser ansiava por escapar desse tormento interminável, mas uma dúvida angustiante o assombrava.

O seu coração batia forte em seu peito, uma mistura caótica de medo e desespero. Ele olhou novamente para o rosto nebuloso da figura, sua voz rouca e fraca quando finalmente falou: “Sim… eu desejo, mas…Quem…é você? E o que quer?”
A figura sorriu de maneira sinistra, com um sorriso sombrio e perturbador. “Eu sou apenas um guia, alguém que oferece uma escolha, A saída está à sua frente hihi Deylan Xoglide.”


As palavras ressoaram em seus ouvidos, pesando sobre ele como uma âncora. A escolha diante dele era um misterio, uma decisão que poderia selar seu destino de maneiras indescritíveis. Deylan olhou para a figura, com seu coração clamando por uma luz no fim do túnel. “O que eu devo fazer?”, Sua voz tremia, um reflexo de sua própria incerteza e anseio por libertação.


A figura se inclinou mais perto, seus olhos brilhando com uma intensidade inumana. “Você deve escolher, Deylan Xoglide. Aceitar o desconhecido ou permanecer preso neste abismo, onde a dor e o tormento são eternos. A decisão é sua.”


Deylan se viu diante de um dilema terrível, sua mente girava em uma espiral de conflito interno. A oferta diante dele carregava promessas obscuras e inquietantes, mas não aceitar a oferta o condenaria a continuar vagando pelas sombras do abismo, onde cada passo o afundava mais na escuridão.


E enquanto ele enfrentava a decisão, o nevoeiro envolvendo a figura sombria parecia se contorcer e dançar.
A figura misteriosa aguardava sua resposta, um silêncio denso pairando no ar como uma sombra opressiva.Deylan respirou fundo, em seu peito apertado com um misto de temor e resolução. Ele olhou para as sombras que se estendiam à sua volta, as lembranças das visões torturantes das outras almas perdidas assombrando sua mente.


Com um suspiro trêmulo, Deylan finalmente falou, sua voz carregada com a gravidade de sua decisão: “Eu… eu aceito. Eu farei o que for preciso para sair deste abismo, mesmo que isso signifique enfrentar as profundezas da escuridão.”

O sorriso nebuloso da figura cresceu, um vislumbre de dentes brilhantes brilhando através da névoa. “Uma escolha sábia, Deylan Xoglide”, disse a figura. “Você está disposto a enfrentar as consequências de suas ações, a trilhar um caminho de sacrifício para alcançar a redenção.”


Deylan sentiu um nó de tensão se formar em seu estômago, sua mente mergulha-va em um turbilhão de pensamentos contraditórios. Ele olhou novamente para a figura nebulosa, seus olhos se encontrando com os dela. “Eu estou disposto”, ele afirmou com firmeza, sua voz ecoando no vácuo sombrio.


A figura nebulosa acenou com aprovação, gestos fluidos e etéreos. “Então, siga-me, Deylan Xoglide. O caminho para a liberdade é traiçoeiro e implacável, mas você precisa provar sua disposição de enfrentar o desconhecido.”


Deylan se preparou para seguir a figura, cada passo levando-o mais fundo na escuridão que o cercava. Ele estava prestes a abraçar um destino incerto. A pequena corrupção que havia se infiltrado nele também o impulsionava, alimentando seu desejo de superar as sombras que o atormentavam.
A figura nebulosa se moveu adiante, guiando-o por um caminho sinuoso através das trevas. Ele seguia a figura com determinação, sua mente cheia de incertezas e esperanças.

O abismo o aguardava, cheio de mistérios, perigos e a promessa sombria de um futuro desconhecido.A figura nebulosa guiou Deylan através do labirinto de sombras, levando-o a uma câmara ainda mais opressiva. Lá, no centro, uma mulher se encolhia, sua figura frágil tremendo com a angústia de suas memórias torturantes. Deylan observou-a, a agonia que emana dela atingindo-o como um soco no estômago.


A mulher era um espectro de sofrimento, cada linha de seu rosto marcada por anos de angústia insuportável. Seus olhos, uma vez cheios de vida, estavam agora vazios e mortos, sua expressão contorcida em uma máscara de dor inimaginável. Em suas mãos, ela segurava uma fotografia desbotada, uma lembrança da vida que ela havia perdido.
A figura se aproximou de Deylan e inclinou a cabeça em direção à mulher. “Esta é Lina”, disse ela, sua voz envolta em um tom de lamento.

“Uma alma cujo sofrimento a consome, uma dor que a persegue desde que foi arrastada para este abismo.”


Olá, eu sou o Yúki!

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