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Deylan ouviu as palavras suaves de Selene, implorando por misericórdia, mas a parte corrompida de si mesmo instigava-o a continuar. As lágrimas misturavam-se ao vórtice de emoções. Com um gesto hesitante, a lâmina desceu, selando o destino de Selene em um abismo ainda mais profundo.

A figura nebulosa, impassível, parabenizou Deylan pela escolha. No entanto, a escuridão que o envolvia intensificou-se, uma sombra mais densa e penetrante. A jornada sombria de Deylan apenas começava, e o abismo aguardava ansiosamente sua próxima decisão, enquanto o eco do choro de Selene reverberava nas paredes frias do desconhecido.

Confuso e ainda abalado pelas almas do abismo que condenou, Deylan confrontou a figura, com a mente inundada por perguntas sem resposta. “Por que eu tenho que condenar essas almas?” – questionou ele, olhando nos olhos sombrios da figura. A figura, em resposta, sorriu de maneira enigmática e disse: “O sofrimento alimenta o poder, Deylan. É uma troca necessária neste abismo.”

Abalado pela carga emocional de suas ações, Deylan insistiu: “Mas por quê?” – recebendo apenas um olhar penetrante da figura antes dela soltar uma risada suave. “Apenas um teste, meu caro. Um simples experimento, Hihi. Mas agora, é hora de testar a sua força.”

Em um piscar de olhos, Deylan se encontrou em uma sala iluminada, mas o brilho revelava criaturas grotescas chamadas pela figura de Kran. Eram abominações criadas pela figura, uma mistura de magia e força .

A figura, observando nas sombras, anunciou: “Esta é a sua prova, Deylan. Derrote os Kran e descubra o verdadeiro poder que você agora possui ou não, hihi.” A luta começou, com os Kran atacando implacavelmente. Deylan, abalado pelas consequências de condenar almas, recebeu golpes brutais enquanto tentava se esquivar.

A dor aguçava sua mente, e as vozes sussurrantes incentivavam-no a usar o poder que ele acumulou. Ele gritava: “Que poder, Ahhhh” um dos Kran o acertou com suas garras, deixando uma cicatriz em seu braço. Segurando seu ombro, ele tentava se esquivar das rajadas de uma energia misteriosa que um dos Kran lançava, mas uma das rajadas o acerta, e ele cai.

Tentando se levantar, ele observa um Kran vindo em sua direção. Nesse momento, ele apenas desejava por algo que o ajudasse a lutar, como uma espada. Quando o Kran saltou para finalizá-lo, em suas mãos apareceu uma espada, e sem pensar duas vezes, ele a levantou.

No momento em que o Kran estava no ar, porem o Kran esquivou e atacou com uma rajada de energia, mas falhou. Deylan começou a correr, pensando em como derrotá-los. “É mesmo, estou com uma espada”, ele pensou até que percebeu que ela apareceu quando ele a desejou.

Então, ele pensou e desejou por uma arma de longo alcance, uma luz brilhou em suas mãos, e ele conseguiu invocar um arco e uma flecha. Em seguida, ele virou-se e atirou na cabeça do Kran que o seguiu.

Ele conseguiu derrotar um, porem o outro estava em suas costas prestes a apunhalá-lo, mas a figura aparece e mata o Kran cortando a sua cabeça fora usando a espada que Deylan havia invocado. Ele olhou para a figura com uma mistura de desconfiança e fascinação, pois começava a desvendar os mistérios do poder que o abismo oferecia.

Agora envolto no poder sombrio que começava a entender, Deylan sentia uma mistura de confiança e surpreendentemente felicidade. No entanto, à medida que as sombras do abismo o corrompiam gradualmente, lágrimas escapavam de seus olhos ao lembrar de Lina e Seline, as almas que ele condenara. Observando à distância, a figura nebulosa sorri ao notar as emoções conflitantes de Deylan. “Interessante, hihi” – sussurra a figura enquanto os olhos de Deylan encontram os dela.

Quando ele finalmente se acalma, a figura aborda-o: “Foi necessário, hihi”. O poder que agora você possui teve seu preço, meu caro.” Deylan, embora confiante, sente a sutil corrosão de sua humanidade. A figura diz a ele para que a siga. Ele pergunta à figura: “Mas o que é você?” – buscando entender a natureza do ser à sua frente. A figura, em resposta, deixa a definição à imaginação de Deylan: “Deixo ao seu critério, Deylan xoglide, no entanto saiba sou um ser ligado a demônios conhecidos como Ivícs.” – uma revelação que fez com que Deylan arqueasse uma sobrancelha.

Antes que ele pudesse processar totalmente essa informação, a figura solta um riso intrigante e acrescenta: “Ou será que não? Talvez eu minta.” – sorri ela, aumentando ainda mais o mistério em torno de sua verdadeira natureza. Deylan, hesitante, segue a figura pelo caminho incerto do abismo, com as sombras dançando ao redor, ecoando a dualidade de seu poder e sofrimento. Deylan caminha ao lado da figura nebulosa pelo sinuoso caminho do abismo, cercado por sombras inquietantes. Enquanto avançam, ele percebe criaturas sombrias espreitando nas profundezas, testemunhas silenciosas do poder que agora o envolve. A figura, ainda envolta em mistério, vira-se para ele e diz com um sorriso enigmático: “A jornada está apenas começando, meu caro.

O abismo esconde segredos insondáveis, e agora você faz parte desse tecido sombrio.” À medida que avançam, chegam a um lugar onde o abismo parece pulsar com uma energia inquietante. A figura estende a mão, revelando uma passagem para uma espécie de caverna, ainda hesitante, sente o chamado sombrio e decide avançar. Deylan adentra a escuridão, ciente de que o abismo guarda desafios ainda mais aterrorizantes e que cada passo o afasta da luz, mergulhando-o mais fundo na teia das trevas.


Olá, eu sou o Yúki!

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