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Um capítulo crucial para a minha história, que você, em sua incompetência, deixou desaparecer. meus olhos estarão atentos a cada palavra que você escrever. E se outro capítulo… bem, garanto que você jamais terá a oportunidade de escrever novamente. 

Na próxima vez que algo assim acontecer, as consequências serão… digamos, desagradáveis. minha história é preciosa. É a minha obra-prima. E não tolerarei que ninguém, nem mesmo um servo como você, a coloque em risco.

Vamos reescrever então. Não esqueça: minha paciência tem limites.

Se não me engano, eu estava no meio de um pulo, certo?

Eles hesitaram, congelados por um instante, temendo mais acertar uns aos outros do que capturar sua presa fugitiva. No momento em que meus pés tocaram o solo, as tábuas, já podres e corroídas pelo esquecimento do tempo, cederam sob meu peso com um estalo que ecoou de maneira quase triunfal em meus ouvidos. 

Sob elas, revelou-se uma grande escada, que se estendia descendo por infindáveis andares, convidando-me a um abismo que prometia nada além de uma chance.

A adrenalina inundou meu ser novamente, empurrando-me para frente enquanto absorvia o impacto do meu próprio peso desmoronando o caminho oculto. O olhar atônito dos guardas só servia para intensificar a doçura daquele momento de liberdade conquistada no desespero. 

Não havia tempo para contemplações; a necessidade de manter o movimento e capitalizar sobre a confusão que eu havia semeado era urgente. Com cada passo que dava rumo ao desconhecido, mais me distanciava do meu antigo eu — aquele que hesitava na beira do abismo.

Certamente ninguém havia passado por ali nos últimos anos; contudo, uma sensação inexplicável me dizia que estava próximo da saída. À medida que avançava, o caminho revelava sinais de uma idade que se perdia na memória do tempo. A umidade se acentuava, e as paredes de pedra começavam a exibir um tapete espesso de musgos verdes e úmidos. 

Desci consideravelmente mais do que havia subido anteriormente, e quando finalmente parei — de rolar no caso, tropecei no meio do caminho, mas não é importante, quero parecer heroico, retire isso Mir — a certeza de que me encontrava em um túnel subterrâneo era irrefutável.

Era um caminho estreito e baixo, tão apertado que tornava difícil a passagem sem se curvar, impregnado com o cheiro penetrante de mofo e terra molhada — um testemunho claro de que aquele lugar não via visitantes há anos.

À minha frente, um corredor estendia-se infinitamente, prometendo segredos ou talvez minha tão desejada saída desse inferno. Para trás, restavam apenas as escadas que eu havia descido, agora envoltas em sombras e silêncio.

— Avante, homens, estamos quase sobre ele. — escutei os guardas gritarem à distância.

Foi num desses momentos que me dei conta de que o silêncio nunca estivera presente; os passos dos meus perseguidores, juntamente com o gemido lúgubre da madeira sob seus pés, formavam um coro macabro. 

Uma descida tumultuada e desordenada, em uma tentativa desesperada de fuga, me concedeu uma vantagem tática inesperada; movi-me com uma celeridade insuspeitada e adquiri alguma distância vantajosa. Contudo, a liberdade ainda zombava de mim ao longe, eu precisava encontrar uma saída.

Corri com a urgência de quem tem a vida pendurada por um fio, corri com uma ferocidade que desconhecia em mim, enquanto as vozes dos meus perseguidores se tornavam ecos distantes. No entanto, esse breve alívio não apaziguava a tormenta em meu peito; ignorava minha localização e a direção para a salvação. 

E então, após trinta intermináveis minutos de uma fuga frenética… Oh, desgraça, o túnel findava-se abruptamente, uma armadilha fatal, cercado estava eu, sem saídas visíveis, refém de meu próprio destino. Que faço agora?

Olhei mais uma vez para a parede que se erguia imponente à minha frente, escarnecendo da minha pequenez. Feixes de luz traíam a solidez daquelas pedras antigas, insinuando passagens secretas que zombavam de minha credulidade. Um fundo falso, talvez? Oh, ironia do destino.

“Um fundo falso? “ murmurei, com um sorriso amargo a desenhar-se nos lábios, fruto da minha descrença crônica e do meu cinismo que, alimenta-se de suspeitas e desconfianças.

As sombras dançavam com a luz oscilante, como se chamassem para um segredo velado. A racionalidade gritava que era um mero jogo de luz e sombra, mas a paranoia, ah, essa velha amiga, sussurrava teorias de conspiração.

Minha velha companheira, incitou-me a escavar. Com as mãos trêmulas, mergulhei na terra úmida, arrancando punhados de solo que pareciam guardar segredos antigos. À medida que avançava, um feixe de luz começou a perfurar a escuridão, crescendo em intensidade até se tornar quase insuportável. 

Como um verdadeiro entusiasta das sombras, cuja alma se refugia nas profundezas de jogos eletrônicos e animes, eu me pergunto: por que essa luz abrasadora? Ela invadia meu refúgio, cegando-me completamente.

Exclamei em desespero, enquanto a luz parecia zombar de minha agonia: “Onde está a escuridão que tanto prezo?” Mas tão abruptamente quanto chegara, a luz se extinguiu. 

Com cautela, entreabri os olhos, tentando discernir minha nova realidade. Meus olhos se ajustaram lentamente à falta de luz, e eu pude ver que estava em uma sala que parecia esquecida pelo tempo.

De repente, algo incomum capturou minha atenção. Lá no alto, acima de minha cabeça, letras brilhavam fracamente contra o fundo sombrio. Meu coração pulou. O que é isso?

A surpresa tomou conta de mim enquanto eu fixava o olhar nas palavras iluminadas que pareciam suspensas no ar. Eu me aproximava lentamente, quase sem respirar, tentando decifrar o que estava escrito. Cada passo em direção às letras me enchia de uma curiosidade nervosa, misturada com uma ansiedade palpável.


Informação do sistema

Tutorial completo

Calculando resultado

Resultado S

Títulos recebidos:

       — Pacifista;

       Recebido ao terminar o tutorial sem entrar em confronto direto.

       — Pegadas leves;

       Recebido ao terminar o tutorial sem ser visto;

Escolha uma recompensa:


À minha frente, como se materializados do nada, surgiram três objetos que chamaram imediatamente minha atenção: uma adaga de lâmina cintilante, uma moeda antiga que emitia um brilho sutil e um anel que parecia pulsar com uma energia misteriosa. Meu instinto me dizia que, diante de tudo que estava acontecendo, esses itens não eram meras relíquias; eles tinham que ser mágicos.

Com um misto de cautela e fascinação, aproximei-me dos itens. A escolha não era apenas uma questão de preferência, mas uma decisão crítica dada a estranha natureza deste lugar. 

Decidi pelo anel, atraído pela promessa silenciosa de poder que ele parecia oferecer. Deslizando o anel no dedo, senti imediatamente uma onda de arrependimento. Não porque o anel fosse ruim, mas porque… 

Ah, Mir, que odisseia tortuosa foi reencontrá-la, esta relíquia que agora porto com um apreço quase irônico. Quão mais simples poderia ter sido essa busca, e, no entanto, foi uma jornada marcada por labirintos de contratempos e ironias do destino, digna dos mais trágicos romances que a humanidade já redigiu. 

Sim, este artefato que ostento com um sorriso tão amargo quanto doce, poderia, por todos os deuses, ter sido encontrado com menos tormento!

O simples ato de tentar pegar o anel se transformou em uma tarefa exasperante. Seus poderes recém-ativados, parecia distorcer o espaço ao meu redor, tornando o simples gesto de estender a mão uma tarefa hercúlea.

Nesse instante, sem qualquer aviso, minha visão começou a embaçar como se uma neblina espessa se formasse diante dos meus olhos. Uma dor lancinante e abrupta invadiu meu crânio, tão intensa e avassaladora que silenciou meu grito antes mesmo que ele pudesse escapar dos meus lábios. 

Meu corpo, subjugado pelo tormento súbito, não encontrava forças para resistir. Tentei segurar-me em algo, mas o mundo já girava em uma vertigem cruel.

Com os joelhos falhando, senti o chão frio e duro aproximar-se rapidamente enquanto minha consciência começava a se esvair. Cada batida do meu coração ressoava como um trovão distante, marcando os últimos momentos de lucidez antes que… 


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Olá, eu sou o Ricardo Augusto!

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