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Drake chegou ao portão principal da vila, que foi rapidamente aberto com sua chegada.

Atrás dele estavam os três mortos-vivos, o primeiro estava carregando itens usados na noite passada, enquanto os outros dois puxavam snoopey pelos braços.

Os dois guardas se entreolharam e, ao mesmo tempo, olharam para o pobre gordo.

Drake entrou na vila e percebeu que todos estavam aglomerados em um só lugar.

Ele se dirigiu ao local e um corredor humano se formou com a sua chegada.

Snoopey foi levado até João para receber alguns tratamentos.

“Avise-o que eu quero que ele fale até o final do dia”, disse ele telepaticamente.

Esquecendo esse assunto e voltando para o mundo real.

Em sua frente, sete mortos-vivos separavam os itens das dezoito carroças. O chão estava coberto pelos panos esfarrapados que vieram do reino. Sobre os panos, já havia algumas coisas, como espadas, tecidos suntuosos, brincos com pedras douradas e livros de habilidades.

As mulheres estavam ali por duas razões e isso era claro, até Beatrice pegar um par desses brincos.

Ele ficou atento por um instante, até que de uma carroça, um morto-vivo pegou uma caixa que em sua tampa havia um desenho de um crânio com dois “X” nas órbitas.

A caixa se ajustava perfeitamente na palma da sua mão, como se tivesse sido feita para ela, tinha uma cor escura, mas não parecia nada assustadora.

Drake estendeu a mão, e o morto-vivo entregou.

Perdido em seus pensamentos, Isabella se aproximou e o abraçou, fazendo a caixa cair e sua tampa se quebrar.

— Bom dia, maninho, disse ela, com um sorriso no rosto.

Drake virou-se, olhou diretamente nos olhos dela e acariciou sua cabeça com um sorriso.

— Cadê meu presente, maninho?

 Perguntou Isabella com um sorriso enorme no rosto.

“Eu havia esquecido disso… vamos ver.” Drake deu as costas para ela e pegou um par de brincos. Eles tinham uma enorme pedra de ouro.

Ao ver os brincos nas mãos de seu irmão, Isabella se alegrou tanto que começou a pular. As mulheres que observavam Drake presentear Isabella com os brincos ficaram agitadas.

— Aqui, não os perca, Ele passou para Isabella que correu para usá-las.

Ele desviou o olhar para o chão e constatou que a caixa estava sem a tampa, e ao redor dela estava gradualmente derretendo.

E quase emergindo da caixa, um colar de cor negra surgiu, e Drake ficou apreensivo. Ele olhou para todos e alertou para ninguém se aproximar ou tocar na caixa.

Ele saiu e foi em busca de algo para forçar o colar de volta para dentro da caixa.

Perambulando pela vila, viu Beatrice, Sebastian, Mason e Thaddeus em uma reunião, mas ignorou e seguiu em frente.

Após percorrer por toda a vila, ele parou no barracão de ferramentas. Ao lado do portão de madeira tinha uma barra de ferro.

Drake agarrou a barra e retornou ao ponto inicial. Todos observavam o buraco que surgia. A caixa estava em cima de uma minúscula coluna de terra.

Ele abaixou-se e olhou a força desse artefato. Várias ideias passaram por sua mente sobre o motivo do reino de Lasco ter uma coisa dessas.

Imediatamente, ele jogou o colar de volta para a caixa. No entanto, a barra de ferro foi completamente derretida, como se fosse um raio de sol derretendo neve. 

“Que negócio é esse?” Pensou Drake.

Ele pediu informações telepaticamente a Marc e Sleek, que estavam ociosos.

Mas eles não sabiam de nada, então Drake direcionou a mensagem telepática para todos os seus subordinados.

Um acontecimento estranho ocorreu: os mortos-vivos no reino não responderam.

Drake ficou perdido em seus pensamentos por vários minutos, falando com o lich que estava na floresta para saber se algo estranho havia acontecido por lá.

“Entendo, então uma guerra entre duas raças estava acontecendo quando Goblletooth estava fora?” Perguntou Drake telepaticamente.

“Sim, meu senhor. Capturei membros das duas espécies. Uma das raças se chamava Zinogarf e a outra era de goblins”, explicou o lich.

“Zinogarf? Nunca ouvi falar. Então a guerra parou quando você e Goblletooth chegaram à floresta?” Perguntou ele.

“Sim, meu senhor de vezes, enquanto eles tentam passar.”

“Tente descobrir onde ficam os acampamentos e me informe. Entraremos nessa guerra também”, disse Drake telepaticamente.

Todos viram o sorriso demoníaco em seu rosto, mas isso não os abalou. Ele estava suavemente tocando o colar sem perceber.

Alguns segundos se passaram, e ele voltou para o mundo real. Quando olhou para baixo, percebeu o que estava acontecendo. Rapidamente, puxou sua mão para trás e analisou.

Nada de anormal havia acontecido, ele achou natural, pois não conseguia sentir dor. Atenta e delicadamente, ele pegou o colar e examinou. O pingente tinha o mesmo desenho de uma caveira com os “X” nas órbitas.

Ele arremessou o colar no peito do morto-vivo, e de repente a pele e os ossos se dissolveram e o colar desapareceu na massa de carne.

Um cheiro indescritível surgiu, e todos que estavam assistindo o morto-vivo se dissolver completamente foram embora. Só Drake e os outros seis mortos-vivos que estavam separando as coisas das carroças ficaram.

Ele coçou o queixo e deu alguns passos até a massa de carne. Ele se agachou e pegou o colar.

No entanto, sua mão ficou completamente suja pela gosma de carne e ossos.

— Deve ser por isso que ninguém estava usando isso no reino, quero dizer, uma coisa que pode derreter um corpo humano?

 Sem pensar duas vezes, sacudiu o colar e o colocou em seu pescoço.

Com o colar em seu pescoço, ele foi até a caixa e olhou para dentro dela. Para sua surpresa, havia dois braceletes de cor negra.

Com um sorriso irônico no rosto, ele equipou os dois braceletes em seus pulsos.

Instantaneamente, uma luz tênue brilhou nas três peças e elas desapareceram. Drake rasgou seus pulsos desesperadamente para tirar, mas nada mudou, como se fosse um sonho.

“Merda, pior que eu não sei quais habilidades essa coisa tem”, pensou Drake, coçando o queixo.

Mas algo estava mudando. Seu sobretudo negro desapareceu, sendo substituído por um manto de manga longa cor bege.

Marc e Sleek avisaram telepaticamente que algo estava acontecendo dentro de todos os mortos-vivos.

De repente, a pele de todos os mortos-vivos começou a se transformar em líquido. Drake sabia o que estava acontecendo.

Até que, novamente, uma agonizante dor percorreu todo o seu corpo. Ele começou a gritar, e todos que entraram em pânico, olhando para os mortos-vivos, rapidamente mudaram sua visão para o outro lado e viram Drake deitado no chão, segurando sua cabeça.

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Olá, eu sou o Erick. Ks!

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