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— Hahaha! Isabella gargalhou, presenciando o rosto lamentável do homem.

Ouvindo o riso sinistro da garotinha, o segundo guarda abriu os olhos e teve um choque: os mortos-vivos e esqueletos estavam imóveis e em posição de combate.

— Quem é essa menina?, murmurou o segundo guarda, dando subconscientemente um passo para trás, mas de repente a voz do mini demônio em sua frente o fez despertar.

— Ei, humano, caso largue sua arma e se ajoelhe, eu prometo pelo meu maninho que te deixo viver por mais alguns segundos. 

— Quem é você? Quem é seu irmão?, perguntou o segundo guarda.

Uma lança feita de ossos pousou ao seu lado, o que o fez arregalar os olhos em choque e perceber que a menina estava falando sério.

— Ok, ok, eu tenho família e amigos. Se for me matar, deixe eles e vá embora, por favor, suplicou o homem, largando sua espada enferrujada e ajoelhando-se em seguida.

— Meus subordinados mat… antes que pudesse terminar de falar, Drake chegou e disse: — parem, vocês não estão mais sob o comando dela.

— SIM.

O homem sentia uma mistura de alívio e terror. Ele ficou aliviado por alguém ter chegado e parado a garota, mas também ficou aterrorizado pelo ser misterioso usando sobretudo que apareceu e tomou o controle dos monstros.

Ele focou sua atenção no ser misterioso e ficou surpreso: o rosto de um cadáver em decomposição ambulante, Drake agora estava sem o capuz.

— Que cabelo lindo, eu quero, eu quero, disse Isabella.

— Pare de brincar, Isabella, temos um problema aqui, depois conversamos, disse cadáver em decomposição, olhando para o segundo guarda.

“Mesmo não sentindo nada, ainda é ótimo deixar os cabelos livres”, pensou ele.

Isabella baixou a cabeça vendo que fez besteira e murmurou — me desculpa, maninho.

Drake fez um movimento com a mão para chamar a atenção do homem em sua frente e funcionou.

— Quero ter uma reunião com o líder dessa vila, disse ele com indiferença.

O guarda estava com medo de falar qualquer coisa que botasse em risco ele e toda a vila, porém também não podia simplesmente ficar em silêncio, isso poderia desencadear a fúria do monstro em sua frente.

Diante dessa situação muito delicada, ele não conseguia encontrar palavras para formar frases, apenas ficou em silêncio. Após alguns segundos, ele lentamente abriu a boca.

Mas teve uma surpresa: o cadáver que estava em sua frente fez um movimento com a mão, indicando que ele deveria ficar de pé

— O-obrigado, o outro guarda que estava de plantão foi avisar, eles virão em breve, eu acho. Respondeu ele, evitando a qualquer custo não olhar para o rosto daquele monstro.

— Tudo bem, vamos esperar, disse Drake.

Após alguns instantes, o resto do grupo chegou. Ele teve que correr porque sabia que Isabella estava tramando alguma coisa, mas não esperava que ela fosse render um homem armado.

O tempo passou, mas para o guarda foi uma eternidade.

Na cabeça dele estava passando aquele meme (acaba, acaba pelo amor de Deus)

Após alguns minutos uma mulher chegou e com ela estava o primeiro guarda. Ela tinha cabelos loiros, uma pele clara e usava roupas de trabalho comum. E seu nome era Beatrice morgan.

— Meu nome é Drake cliftone sou um simples viajante. Salvei esses escravos e preciso de um lar para eles. Se for preciso, eu faço qualquer coisa, disse ele. 

A líder da vila ficou encarando o rosto dele com um olhar tão intenso quanto o do segundo guarda. Depois de alguns instantes, ela falou.

A líder da vila ficou encarando o rosto dele com um olhar tão intenso quanto o do segundo guarda. Depois de alguns segundos, ela falou.

— Não sei se posso confiar nas palavras de um monstro. Talvez eu escute outra palavra de outra pessoa.

— Cale a boca, você não sabe de nada. O maninho nos salvou dos homens maus, ele até mandou os mortos-vivos caçarem um urso só para comermos, gritou Isabella. De jeito nenhum ela poderia deixar alguém insultar seu maninho.

Beatrice olhou para Gladys e João e viu os dois acenando com a cabeça simultaneamente.

“Eu não sei o que fazer, eu não posso deixar esses monstros à solta na vila” depois de uns longos segundos, pensou ela.

— Deixo essas pessoas ficarem, mas você precisa matar o orc que estava ao norte daquela floresta.

“Eu estava esperando tudo, menos lutar contra uma besta dessas”, pensou Drake coçando o saco.

— Tudo bem, eu aceito, mas você pode me passar as informações?, perguntou ele

— Venha, vamos para a vila. Pode ter bandidos ou monstros, não que isso seja um problema para você, né? Perguntou Beatrice.

Dito isso, todos partiram para a vila. Nesse meio tempo, ela se apresentou a todos. Após alguns minutos, todos chegaram à frente do portão principal, que foi rapidamente aberto.

Na vila, a visão não era das melhores. As casas eram velhas e acabadas, assim como a cerca.

Nas vias, podiam-se ver idosos, crianças e mulheres. Havia poucos homens, e os que tinham estavam trabalhando nas plantações.

Beatrice rapidamente dividiu o grupo e os colocou em casas diferentes, para que pudessem descansar.

Thaddeus e o outro homem se ofereceram para ajudar e foram para as plantações, onde havia poucos homens trabalhando.

Só restaram Drake e Beatrice. Onde ele passava, todos fugiam ou ficavam paralisados de medo.

— Bom, agora você pode me falar sobre esse orc. Quero partir o mesmo rápido, disse Drake.

A líder suspirou profundamente e começou a explicar. De acordo com ela, o orc dificultava a colheita de uma variedade de plantas ou mesmo a caça de animais. Sempre que alguém entrava no território do orc, nunca mais era visto.

Ela já enviou inúmeras solicitações de ajuda para o reino Lasco, mas nunca enviaram nenhuma tropa, nem mesmo de reconhecimento. Ela também explicou a escassez de homens.

O reino Lasco convocava os mais saudáveis para servirem em seus exércitos, e quem não comparecesse, a multa era paga com a vida.

Enquanto ouvia com atenção as explicações, Drake encontrou outro motivo para acabar com aquele reino.

“Eles não sabem o que está por vir”, pensou ele. Que rapidamente saiu dos seus pensamentos quando ouviu a voz de Beatrice.

— Oi? Desculpa, eu estava pensando em outras coisas, disse ele.

— Já chegamos no portão, respondeu Beatrice juntando as sobrancelhas.

— Eu vejo. Então é isso, antes de caminhar, ele olhou para a líder e disse—Eu não levarei todos meus subordinados, então, deixarei o resto aqui.

— Espere? Eles não vão causar algum tipo de problema? Perguntou Beatrice quase gritando.

Drake não respondeu à pergunta dela e então disse: — Vocês, tirando Marc e Sleek, estão sob o comando da Beatrice.

— SIM.

O pobre coração da líder estava prestes a sair.

“Se isso for um pesadelo, eu quero acordar agora”, pensou Beatrice, virando-se e olhando para os nove mortos-vivos e três esqueletos à sua frente.

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Olá, eu sou o Erick. Ks!

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