VS – Episódio 11 – Capítulo 02

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Episódio 11 / Capítulo 02 — O Fragmento de uma Espada Desconhecida (2)

Tradutor: Erufailon | Editor: Erufailon

— Eu escolho Unnir — Tae Ho tomou uma decisão e Idun sorriu brilhantemente. E, embora ele não pudesse ver claramente a face da deusa por conta da luz, ele sentiu que ela desejava saber o porquê de sua decisão.

— É melhor estabelecer um bom alicerce para o meu desenvolvimento, antes de mais nada. Por isso escolhi Unnir.

Quando comparada com a [Vestimenta do Cavalo Alado], a algibeira definitivamente tinha suas vantagens. A principal característica da vestimenta era ampliar sua capacidade de combate. Uma montaria, para alguém como Tae Ho, não se tratava apenas de um método de transporte. Quando comparada à sua capacidade de combate desmontado, sua força era multiplicada inúmeras vezes quando ele montava em algo.

 — ‘O problema é que é apenas uma vestimenta alada…’ — Ele não pensaria duas vezes caso fosse um item que lhe permitisse chamar um Pegasus, mas não era o caso. Quer dizer que ele precisaria de um aliado para realmente usufruir da vestimenta. E, dependendo de quem fosse esse aliado, sua capacidade em combate poderia aumentar ou diminuir. Além disso, Tae Ho não tinha um parceiro fixo. Mesmo se ele desse a vestimenta para Siri, ela poderia estar lutando junto de Rolph. Tae Ho também poderia ser enviado para um campo de batalha sem ninguém em quem ele pudesse confiar.

— ‘Dependendo do lugar, eu não seria capaz de usar a [Vestimenta do Cavalo Alado]’.

Svartalfheim é um bom exemplo disso. Em lugares impossíveis, ou muito problemáticos, de se voar a vestimenta certamente seria inútil. Unnir, por outro lado, tinha uma vantagem simples e direta.

A capacidade de armazenar itens.

Embora Tae Ho não possuísse nada particularmente importante para guardar dentro da algibeira, um dos motivos dele carregar poucos suprimentos para uma luta era a falta de espaço para carregar tudo. Havia inúmeras coisas triviais, porém úteis, que poderiam ser armazenadas em Unnir: escudos, poções, roupas, bandagens, suprimentos e muito mais.

— ‘Isso é verdade, mesmo em Dark Age a primeira coisa que um iniciante deve fazer é conseguir uma boa mochila.’

Supondo que um item raro drope [1] quando um determinado boss for morto, mas você não tiver espaço em sua mochila, você não seria capaz de pegá-lo, o que pode resultar em um grande prejuízo. Originalmente, esse tipo de coisa — como bolsas — deveria ser preparada de antemão.

Além disso, Unnir não é apenas um inventário comum. Ela te dá a capacidade de encolher qualquer tipo de item, o que lhe concede inúmeras outras qualidades únicas.

— ‘Em suma, vai ser Unnir.’ — Tae Ho pretendia esperar e analisar melhor a situação depois de expandir sua capacidade de armazenamento. Ele queria ver a transformação de Siri, ou de Rolph, em um Pegasus, mas não havia nada que pudesse ser feito. Prioridades.

— ‘Eu irei pegar a vestimenta alada mais tarde’.

Ele terminou de raciocinar tão logo considerou a possibilidade de Rolph se transformar em um dos cavalos alados, virando-se para olhar Idun. A deusa apenas assentiu levemente ao invés de fazer mais perguntas.

— Eu irei respeitar o seu desejo, meu guerreiro. Sendo assim, concedo Unnir, o tesouro da legião de Idun, a você — disse, segurando a algibeira com seus longos e delicados dedos, dando-a para Tae Ho. Ele tomou-a com polidez e então a amarrou em seu cinto. — Caso deseje saber mais, pergunte para Heda.

— Entendido — o tom de Tae Ho permaneceu respeitoso. Ele olhou para Idun por um momento e ela, pendendo a cabeça, disse — você parece querer falar de outro assunto comigo. Há algo que deseje perguntar?

— Eu preciso que veja algo — cuidadosamente, ele entregou o pedaço de espada para Idun, recontando o que havia dito para Heda anteriormente.

— Este fragmento certamente possui um grande poder dentro de si mas, me desculpe, eu não consigo identificar a qual dos deuses ele pertence, ou mesmo a raiz de suas origens — Idun disse depois de analisar o cabo. Era uma resposta similar à de Heda e, vendo que mesmo uma deusa como ela não tinha ideia das origens do fragmento, Tae Ho se sentiu desolado. Aparentemente não seria tão fácil descobrir o que era aquela espada. — Mas, Tae Ho, embora este item seja um mero fragmento eu creio que seria sábio da sua parte guarda-lo com cuidado. Não consigo sentir nenhum tipo de energia maligna vinda dele, então certamente não pertence a um dos gigantes. Ele provavelmente pertence a Asgard e, além disso, possui uma força oculta além do que você pode observar.

Idun manejou o fragmento lentamente, como se pudesse sentir algo dentro dele e então devolveu-o a Tae Ho.

— Eu irei investigar um pouco mais. Deixarei que Heda saiba se eu descobrir alguma informação útil.

— Obrigado.

— Não é um problema. Então, acho que devemos encerrar a reunião de hoje por aqui. Meu guerreiro, Tae Ho, erga sua cabeça por um instante.

Assim que ele fez como fora dito, Idun abaixou ligeiramente seu tronco e pressionou gentilmente os lábios contra a testa de Tae Ho. Uma sensação quente e aconchegante lhe envolveu o corpo. — Que minha bênção vos acompanhe.

Idun sorriu e os seus arredores mudaram.

♦ ♦ ♦

 — Foi tudo bem? Você recebeu mesmo um presente?

— É, eu ganhei algo realmente legal.

Heda, que estava esperando do lado de fora, se aproximou. Enquanto contava para ela o que acontecera em seu encontro com Idun, Tae Ho bateu gentilmente contra a algibeira.

— Heh, que inesperado — Heda disse, surpresa.

— O que foi?

— Eu pensei que você preferiria a vestimenta alada. — Ele percebeu que era uma brincadeira pelo olhar nos olhos dela e, por causa disso, respondeu de forma semelhante.

— Eu irei pensar a respeito disso quando eu puder estar junto de você.

— Quem disse que eu a vestiria?

— Você obviamente iria usá-la. É de você que estamos falando, afinal.

Heda riu com o comentário descarado.

— Eu posso não te deixar montar em mim mesmo se eu usar essa vestimenta alada.

— Ainda acho que, antes de mais nada, você vai me pedir para montar em você.

— É um tanto embaraçoso observar vocês desse jeito. Tem certeza que eu deveria estar por aqui? — Ouvindo uma terceira voz, ambos se viraram.

 Era Ragnar Lodbrok, parado na frente do porto com as sobrancelhas franzidas.

— Você voltou depressa.

— Rasgrid me mandou embora, disse que eu estava sendo uma distração — Ragnar respondeu, encolhendo os ombros.

— Ela fez isso? — Tae Ho perguntou inconscientemente.

— Ela me disse que os outros guerreiros ficavam barulhentos comigo por perto.

— Não é uma mentira. — Heda disse e Tae Ho concordou com ela. A legião de Ullr ficava realmente barulhenta perto de Ragnar.

— De qualquer forma, eu preciso descansar um pouco vendo que acabei de chegar. Começamos as suas lições amanhã, novato. — Ele acenou e então começou a se mover em direção ao alojamento, mesmo que ninguém tivesse lhe dito onde ficava.

— E então, está ansioso pelas aulas? — Heda perguntou com um sorriso brilhando em seus olhos enquanto Tae Ho observava o homem se afastar.

— Ele é uma lenda, no fim das contas.

— Isso me parece uma resposta um tanto vaga, mas… certamente vai ser bom para você, ficar ansioso. Ele realmente é uma lenda.

 Ele soube que isso era verdade apenas por observar a reação de Siri. Tae Ho imaginou-se sendo treinado nas artes da espada por alguém como o Rei Arthur ou Guan Yu. Sendo honesto, ele estaria mentindo se dissesse que não estava animado.

— Bem, Ragnar é Ragnar e nós somos nós. Vamos começar com as suas aulas de magia rúnica. Eu não sei quanto a outros assuntos, mas eu ainda estarei lhe ensinando esse em específico daqui em diante.

Heda tomou a postura de professora entusiasta costumeira. Tae Ho assentiu e as aulas começaram.

♦ ♦ ♦

Na manhã seguinte, Ragnar levou Tae Ho até o porto depois de acordar de um longo sono.

— Sente-se ali por enquanto. — Ragnar viu a densa névoa que se propagava para além do porto e então bateu em um lugar perto de si, chamando-o. Depois que Tae Ho se acomodou, ele perguntou naturalmente. — O quanto você progrediu com a Heda?

— Oi?

— Eu quis dizer ‘o quanto você progrediu nas suas lições?’. Heh, seus olhos estão cheios de ideias sujas. — Ragnar riu maliciosamente. Se alguém observasse a cena, teriam a impressão de que era ele quem estava pensando em coisas sujas.

O olhar de Tae Ho adquiriu um brilho afiado e ele começou a dizer para Ragnar tudo o que havia aprendido nas aulas com Heda.

— Ao que parece, Heda me chamou para que eu pudesse lhe ensinar como usar o poder de Idun, mas eu irei adiar isso para mais tarde. Por enquanto, a maestria adquirida através da repetição é uma prioridade. Enquanto isso, pretendo lhe fazer aguentar o estado ativo do poder de sua deusa por longos períodos de tempo.

 Ele parecia estar dizendo aquilo sem muita vontade, mas Tae Ho entendeu o motivo. Era difícil manter o poder de Idun ativo, mesmo agora. Era óbvio que ele só poderia aprender como usá-lo mais tarde.

— Eu não vou te ensinar como contar de um até dez. Só irei lhe aconselhar caso seja necessário, entendido?

— Sim. — Tae Ho respondeu de imediato e Ragnar sorriu em resposta.

— Isso é bom, eu gosto do seu jeito. Por enquanto eu irei lhe ensinar os conceitos básicos sobre esse poder divino. Embora seja apenas um amontoado de teorias chatas, é algo que vai te ajudar e eu só farei isso uma vez então apenas aguente. Cada deus tem seus próprios atributos, mas todos ele tem uma similaridade. Eu chamo isso de ‘permissão’.

— Permissão?

— Essa é a razão pela qual guerreiros de Classificação Infeiror não são capazes de machucar um Regenerador: eles simplesmente não possuem a permissão necessária para machucar um deles. Um nobre em seu mundo de origem, por exemplo, poderia ser morto se um mendigo o apunhalasse, mas as coisas são um pouco diferentes por aqui. Se um mendigo quiser matar um nobre, então antes ele precisa se tornar um nobre para adquirir a permissão necessária para mata-lo. O poder de seu deus-patrono torna isso possível.

Ragnar raciocinou que estava tudo bem para Tae Ho saber disso. A razão pela qual ele foi capaz de machucar um Regenerador foi o poder divino de Idun, que removeu a benção do Gigante encobrindo o corpo da criatura e lhe dando a ‘permissão’ para feri-la. No fim das contas, não foi algo que Tae Ho fez usando apenas sua própria força.

— Parece que você me entendeu. Primeiramente, ser capaz de usar essa ‘permissão’ livremente é a base do poder concedido pelos deuses. A aplicação desse poder vem depois disso. Se você quiser se tornar um guerreiro de Classificação Superior você precisa ser capaz de, pelo menos, usar o poder de Idun como se estivesse respirando.

— Qual é a diferença entre um guerreiro intermediário e um guerreiro superior?

Se a diferença entre um guerreiro de Classificação Inferior e um de Classificação Intermediária era a existência do poder divino então, se ambas as classificações possuem essa habilidade, qual era a diferença entre elas?

— Eu não vou te dizer isso agora.

— Por que?

— Você já pode usar esse poder. O que um cara como você, que é apenas um guerreiro de Classificação Inferior mas que já possui o poder divino, faria quando soubesse o que um guerreiro de Classificação Superior pode fazer? Você exageraria de novo, não é? Então você vai se machucar e Heda vai vir me incomodar. E eu, que sou fraco quando confrontado por damas aos prantos, ficarei aflito. Esse é o motivo.

Tae Ho quis negar as palavras de Ragnar, mas ele só pôde ficar quieto. Era verdade.

— ‘Ainda sim, estariam eles usando o poder divino para fazer alguma coisa diferente?’

Parecia ser esse o caso, baseando-se no que Ragnar havia dito. Aparentemente existia uma forma avançada de utilizar esse poder divino que Tae Ho não conseguia nem mesmo imaginar.

— Você pode manter o poder de Idun ativo mesmo quando estiver em sua cama, então vamos passar para o próximo assunto. Na verdade, eu quero priorizar o desenvolvimento da sua saga mais do que sua capacidade de controlar o poder divino — Ragnar prosseguiu. Ele ajeitou sua postura, envergando o peito e olhando para o nada. — O conceito de Saga é a raiz de todos nós, guerreiros de Valhalla. Não é algo que você usa por um momento, quando você é um guerreiro de Classificação Inferior e que então é prontamente jogado fora quando sua classificação sobe. Ela é algo que você precisa, mesmo no topo, porque é como se fosse a vida em si mesma.

A história de um guerreiro.

A balada [2] de um herói, transmitida por palavras.

Ragnar sorriu. Era um sorriso charmoso, mesmo para um homem. Parecia que a história, a Saga de Ragnar Lodbrok estava escondida atrás daquele sorriso.

— Eu estava pensando em duas coisas. — Ragnar observou Tae Ho, levantando um dedo e batendo contra o peito dele levemente. — A primeira é uma saga ofensiva. Você deve fazer uma saga feita inteiramente para atacar. — Fechando os dedos em um punho, continuou — você tem inúmeras sagas ao seu dispor, mesmo sendo apenas um guerreiro de Classificação Inferior, mas todas elas não são nada além de sagas de suporte. Graças a isso, você é útil onde quer que vá, mas não possui nenhum tipo de ataque realmente poderoso.

Ao ouvir aquilo, Tae Ho pensou na Saga de Siri e na de Rolph. Siri era capaz de sempre acertar seu alvo e Rolph tinha uma habilidade que fazia suas flechas explodirem. Ambos possuíam sagas ofensivas.

— Crie um ataque poderoso feito unicamente para você. Eu estou falando de um ataque que pode matar qualquer coisa, seja um gigante, monstro ou mesmo um demônio. Se esse ataque de fato for uma personificação sua, então ele próprio se tornará mais forte.

Esse era o conceito de ‘Saga’.

— Quanto ao slot remanescente, vamos analisar suas outras sagas.

— Analisar elas?

— Isso, afinal sua Saga ainda não está completa. Na verdade, essa é uma situação um tanto quanto peculiar. Todos os guerreiros de Classificação Inferior possuem uma Saga que eles pensam já estar completa.

Os olhos de Tae Ho adquiriram um brilho afiado nas palavras vagas e Ragnar sorriu novamente.

— Uma Saga se trata de uma história e histórias não são imutáveis. Elas se alteram conforme vão sendo passadas de boca em boca.

Tae Ho recebeu uma Saga, como se fosse uma habilidade de um jogo, depois de inúmeras batalhas. Magia tinha mecanismos fixos e técnicas possuíam efeitos bem determinados, mas Ragnar era diferente. Ele enfatizou o fato de que uma Saga nada mais era do que uma história, ou uma canção.

— ‘Minha Saga é assim, então eu só posso usá-la dessa forma’. Esse é um erro que os guerreiros iniciantes tendem a cometer bastante. Observe sua Saga com cuidado. Existe a possibilidade de haver ali uma forma de usá-la que você ainda não tinha imaginado. Ou talvez um tipo de força que você não conhecia até então. Isso é algo muito mais importante do que simplesmente aumentar o número de sagas de maneira ignorante. — Ragnar cutucou o peito de Tae Ho novamente e se levantou. — Bom, terminamos as lições de hoje. Eu vou descansar um pouco, então me avise se você fizer qualquer tipo de progresso — ele disse e, em seguida, voltou para o alojamento.

Tae Ho se sentiu um tanto frustrado, mas ao invés de chamar Ragnar ele simplesmente começou a olhar para o rio. Era como o guerreiro havia dito: ele só podia dar as explicações e lhe ensinar os conceitos básicos, mas pensar a respeito de sua própria Saga era algo que Tae Ho deveria fazer.

— Um golpe poderoso… eu preciso reorganizar minhas sagas — murmurou, fechando os olhos. Ele pensou nas histórias de Kalsted uma a uma.

— ‘Espera’.

Depois de vários minutos, Tae Ho se levantou, mas não porque ele pensou em uma nova saga de ataque.

— ‘Um jeito completamente diferente de usar minha Saga. Talvez algo com raízes nos conceitos de videogames…’ — Era apenas um pensamento que lhe passou pela cabeça subitamente. Ele não tinha certeza que era algo possível.

Mas Tae Ho queria tentar.

— ‘Uma Saga nada mais é do que uma história.’

Não era algo fixo. E, porque uma Saga era a vida de um guerreiro, também era algo que continuava e evoluía junto da vida desse guerreiro.

Tae Ho tirou o pedaço de espada de dentro de Unnir. Ativando seus olhos de dragão, ele logo viu as letras iriadas que representavam a classificação épica do cabo.

Não era nada além de um pedaço de espada quebrado. Ele não sabia o que esse item era originalmente, ou se ele tinha algum outro propósito, mas havia um jeito de usá-lo mesmo sem saber dessas coisas. Tae Ho respirou fundo. Ao invés de segurar o ar, ele apertou com força o cabo.

【Saga: A Espada do Guerreiro】

Sua saga encobriu por completo o fragmento, materializando Runefang por cima da espada quebrada, dando luz à uma nova arma.

[Runefang do Brilho Celestial]

As palavras iriadas que representavam um item épico subitamente mudaram. No entanto, o que mudou não foi apenas a cor das palavras: o formato de Runefang também se alterou. A espada, que possuía inúmeras runas resplandecentes talhadas no metal, emitiu uma intensa luz. Tae Ho sentiu seu coração bater mais rápido, mas não porque ele estava animado com o aumento de poder que Runefang teve.

O fragmento de espada… o que aconteceria se ele o combinasse como uma arma mais forte do que Runefang?

A resposta era simples.

— ‘Todas as armas armazenadas na 【Saga: A Espada do Guerreiro】podem ser convertidas, se tornando armas épicas.’

E isso significava que…

Tae Ho sorriu.


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[1] A palavra dropar, de acordo com o dicionário informal da língua portuguesa, significa “largar, deixar cair algo”. Nesse caso, é um termo de RPGs utilizado quando um monstro deixa cair um item após ser morto.

[2] Uma balada, de acordo com o dicionário, é “uma composição musical de caráter épico”.

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