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Depois da conferência.

Duigi Angenas e Ethan Klaus voltaram ao palácio da Imperatriz Lavigne.

Flop!

O som de Duigi caindo na cadeira foi alto.

— Está tudo acabado.

Duigi murmurou, apertando a cabeça. Além de ter sido privado do território de Angenas, ele acabou sendo privado de sua posição como representante do Ocidente.

— É uma jogada perfeita.

Duigi ainda estava atordoado.

— Pellet… Pellet Corporation…

Devo ficar com raiva ou com medo?

Eu nem fazia ideia.

— O Patriarca Adjunto de Lombardi é a proprietária da Pellet Corporation… Huh.

Ele até riu do nada.

— Nesse caso, desde a primeira vez que Clerivan Pellet veio emprestar dinheiro, não, do estado de Sushou… Não, também não é isso.

Duigi balançou a cabeça.

A razão pela qual eles precisaram do Patriarca de Sushou foi porque o projeto de desenvolvimento ocidental falhou, e a razão pela qual o projeto falhou… Duigi Angenas cobriu a boca com as duas mãos.

— Onde diabos você começou…

— Duigi.

De pé na parte de trás do sofá, a Imperatriz Lavigne chamou seu irmão mais novo friamente.

— Cale-se.

A imperatriz, que derramou lágrimas tristes enquanto segurava a manga do imperador na sala de reuniões, não estava em lugar nenhum.

Sua pele estava branca, mas uma chama ainda permanecia em seus olhos.

Lavigne enrolou a mão com olhos de peixe podres, querendo rasgar a boca de Duigi para impedi-la de tagarelar.

O couro da cadeira fez um barulho horrível enquanto Lavigne afundava as unhas.

— Yovanes, aquele homem covarde.

Não importou quando o humilde Segundo Príncipe e Florentia Lombardi começaram a trabalhar juntos.

No final, foi Yovanes quem enfiou uma faca nas costas de Angenas.

Desde o dia em que ficou noivo de Lavigne, Yovanes nunca foi um marido decente por um único momento.

Ele estava constantemente pesando sobre Angenas e só era chamado para adorá-lo, e então cobiçava novas mulheres.

Perez foi o único filho ilegítimo que Lavigne perdeu entre as muitas sementes da infidelidade.

E esse erro agora estava estrangulando Lavigne.

— Eu deveria tê-lo matado quando ele estava no ventre de sua mãe.

Lavigne murmurou friamente.

— Agora, não é algo que temos que conversar bem?

— … o que?

— O Segundo Príncipe, se nos desculparmos bem pelo que você fez no passado, não há a possibilidade de que ele nos deixe em paz?

Duigi disse com um olhar vazio.

— Ou, se você chamar por Florentia Lombardi e tentar se dar bem com ela…?

Então ele acenou com a cabeça como se gostasse de sua própria ideia.

— Mesmo se você se ajoelhar e orar por três dias e três noites, você acha que o Segundo Príncipe vai deixar Angenas em paz?

— Você não sabe até tentar!

Duigi, que gritou com Lavigne, até se levantou de sua cadeira.

— Esta é uma decisão que tomarei como Patriarca de Angenas. É inútil, mesmo se minha irmã me impedir…

— Ethan.

— Sim, Imperatriz.

— Corte a língua do Duigi.

No momento em que a ordem foi dada, Ethan Klaus se aproximou de Duigi sem qualquer hesitação.

— Quem… Irma… Imperatriz!

Duigi enlouqueceu e fugiu.

No entanto, aconteceu em um instante, ele foi pego e Ethan abriu sua mandíbula à força.

— Huh! Uhhh!

Foi quando a adaga negra estava prestes a cravar na boca de Duigi.

— Me dê isto.

A mão branca de Lavigne tirou a faca da mão de Klaus.

E apontou para os olhos de Duigi cheios de medo.

— Patriarca de Angenas?

Lavigne riu com a voz ligeiramente trêmula.

— Você, que não fez nada pela família, exceto nascer como um filho, disse isso na minha frente?

— Não, uhh…

Duigi estremeceu e derramou lágrimas com o poder terrível de Ethan Klaus, que segurava o queixo.

— Como o Patriarca de Angenas, você vai pedir desculpas a essa coisa humilde?

Os olhos azuis de Lavigne brilharam levemente.

— Então eu terei que rasgar sua boca para que você não possa fazer isso.

— Ah! Ahhh!

A lâmina da adaga cortou a boca de Duigi.

O sangue vermelho jorrou das rachaduras.

— Uh uh Uh..!

Duigi não conseguia nem gritar.

Ele segurou sua boca dilacerada em sua mão e tremeu.

— Agora está um pouco quieto.

A adaga manchada de sangue rolou casualmente no chão.

— Como eu vim tão longe?

Lavigne disse, lembrando-se dos dias em que ela teve que suportar todos os tipos de vergonha e humilhação para obter o favor de Yovanes.

E a única maneira de lidar com essa situação cruzou sua cabeça.

— Sim, assim é melhor.

Um sorriso que pode causar uma sensação arrepiante em qualquer um se formou em seus lábios vermelhos.

— Eu sou a Imperatriz deste Império Lambrew.

A autoridade que o Segundo Príncipe e aquela adorável garotinha ainda não tiraram dela.

E assim será.

Lavigne chamou uma de suas criadas que estava esperando do lado de fora.

Assim que ela entrou, o rosto da empregada que viu o Patriarca de Angenas, que ainda está coberto de sangue, parecia horrorizado e assustado.

— V-você chamou, Imperatriz?

— Vá chamar empregada Otua.

Ao contrário da visão horrível da sala, a voz de Lavigne estava tão calma.

— Sim, Imperatriz.

A empregada respondeu rapidamente e saiu do quarto como se estivesse fugindo.

‘Otua… a dama de honra?’

Duigi, que estremeceu de dor terrível e só estava focado em estancar o sangramento do ferimento, arregalou os olhos.

A empregada de Otua foi quem compareceu ao lado do imperador.

‘De jeito nenhum.’

E Lavigne, que estava olhando para ele, encontrou seus olhos.

— Você deve ter notado desta vez.

Lavigne jogou seu lenço em Duigi e riu.

— O que acontecerá se o imperador morrer sem um príncipe herdeiro nomeado? Você sabe, não é, Duigi?

— Haaa..m-mas i-irmã…

— Sim, eu tenho autoridade para escolher o próximo herdeiro do trono.

Duigi engoliu em seco, inconscientemente.

O gosto de seu sangue metálico espalhou-se por sua boca, mas ele ficou tão chocado que nem percebeu.

— Se ele não pode tornar meu filho o príncipe herdeiro, então eu farei meu filho o príncipe herdeiro.

Depois de um tempo, a empregada de Otua parou na frente da Imperatriz.

— Você me chamou, Imperatriz …

A empregada do Otua disse sem nem mesmo olhar para o lado de Duigi.

— Onde está Vossa Majestade agora, empregada Otua?

— Ele ainda não voltou da falcoaria.

— Se você foi caçar, você vai estar com sede quando voltar.

A imperatriz colocou uma pequena garrafa na frente da empregada Otua.

A empregada do Otua fechou os olhos com força, com a cabeça baixa.

Esta não foi a primeira vez que a Imperatriz colocou uma ‘pequena garrafa de vidro’ na frente dela.

— O que você me deu outro dia… Ainda resta.

— Eu disse para você colocá-lo com diligência. Você deve ter sido preguiçosa de novo.

A Imperatriz Lavigne falou como se estivesse repreendendo uma criança.

— Não é isso…

— Pegue. Não é diferente disso.

Com as palavras da Imperatriz, a empregada Otua foi forçada a colocar a garrafa de vidro em seus braços.

— É o veneno de uma aranha Titi. Despeje todo o conteúdo da garrafa desta vez.

Empregada Otua sabia bem o que isso significava.

Desde o momento em que a ordem da Imperatriz começou a envenenar aos poucos a comida do Imperador, ela pensou que esse dia chegaria.

— E a minha vida?

Perguntou a empregada da Otua.

— Você está fazendo uma pergunta interessante.

A Imperatriz Lavigne então disse, levantando um canto da boca torto.

— Você vai fazer um acordo comigo?

— Não foi isso que eu quis dizer! Eu só queria que, mesmo que eu colocasse este veneno na bebida de Sua Majestade, minha vida estivesse garantida…!

— Quem é que permitiu que você se tornasse a empregada doméstica agora?

Embora ela fosse uma empregada doméstica, por causa da influência da Imperatriz Lavigne ela se tornou uma empregada em uma posição superior.

Em direção à empregada que estava mordendo os lábios e não conseguia dizer nada, disse a Imperatriz Lavigne.

— Não se esqueça de que seu sangue ainda está em Angenas.

— … certo.

A empregada de Otua apenas disse uma palavra e voltou ao palácio do imperador.

— Você acredita nela?

Ethan Klaus, que estava assistindo em silêncio, perguntou.

— E se eu não acreditar?

— Eu vou te seguir ainda mais.

Ele pretendia destruir o acessório do assassinato.

— Estou sempre feliz por sua lealdade, sei que posso confiar em você.

Imperatriz Lavigne disse, sentando-se em uma cadeira pela primeira vez depois de entrar na sala.

— Bem, uma empregada que envenenou a bebida do imperador por suas próprias mãos agora está delatando sobre mim. Devo ficar com medo?

Além disso, ela manteve a família da empregada doméstica de Otua como refém na propriedade dos Angenas.

— A empregada não pode me trair.

Lavigne, que disse isso, ordenou Ethan Klaus.

— Volte para a mansão e prepare as tropas de Angenas. E quando eu mandar um aviso, traga-as ao Palácio Imperial.

A Imperatriz Lavigne pegou outro lenço e disse, enxugando o sangue das mãos.

— Se Sua Majestade morrer, algumas forças perturbadoras podem fazer algo perigoso.

— Eu aceito suas ordens, Imperatriz.

Ethan Klaus respondeu solenemente.

Mas Lavigne não estava olhando para ele.

Seus olhos carrancudos estavam no sangue respingado em seu vestido.

Era uma mancha vermelha de sangue que estava impressa no vestido de seda azul e nunca seria apagada.


O sol se pôs.

Uma carruagem que transportava o imperador Yovanes voltou ao palácio e foi algum tempo depois.

Lavigne, tirou o vestido manchado de sangue e trocou-o por um novo, sentou-se sozinha.

Lavigne não moveu nenhum cílio, como se o tempo que fluía a estivesse desviando.

Quanto tempo se passou?

— Imperatriz!

Lavigne abriu os olhos diretamente com a voz urgente que o chamava.

— Sua Majestade! O Imperador caiu!

— O que você quer dizer!?

Lavigne gritou quando ela se olhou no espelho pela última vez.

Junto com seu vestido, suas joias também foram substituídas por minúsculas.

A Imperatriz, vestida ao lado do imperador morto, não é boa de se olhar.

— Bem, acabei de ouvir do Palácio Imperial… acho que a imperatriz deveria ir..!

— Se for um boato falso, vou cortar sua garganta!

A Imperatriz abriu a porta e gritou.

Ela se olhou no espelho há pouco e apenas um rosto surpreso permaneceu em seu rosto com a notícia repentina.

Lavigne agarrou a bainha de seu vestido e caminhou apressadamente para o palácio imperial.

Ao se aproximar do quarto do imperador, a imperatriz sorriu por dentro.

Isso porque a atmosfera caótica do palácio imperial era uma evidência de que tudo corria conforme o planejado.

Assim que ela chegar.

— Aqui está a Imperatriz.

O Médico do palácio estava saindo do quarto do imperador enxugando o suor.

Então ele disse com um suspiro de alívio.

— O imperador superou a crise com segurança.

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Olá, eu sou o Babi.Bia!

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